segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os mistérios dolorosos da vida


"Tome a sua cruz e sega-me”

Há alguns meses, falando com uma amiga sobre o problema de um amigo em comum, ela me dizia: “Pobre daquele que não tem uma cruz”. Naquele momento, não dei muita importância ao que ela falou. Mas parece que, nos últimos dois meses, a frase ficou grudada em mim.
Entendo que Deus permite dificuldades em nossas vidas porque elas são uma maneira de nos voltarmos a Ele e de nos transformarmos. Sem as dificuldades em nossas vidas, não veríamos a realidade de Deus. Seríamos seres imaturos.
Apesar das dificuldades da minha vida, sei que Deus está no meu caminho permanentemente, como uma rocha. Por isso, às vezes os problemas não são tão grandes para mim. Então, enquanto eu orava e pensava sobre aquela frase da minha amiga, comecei a duvidar da existência de uma cruz na minha vida. Uma cruz que fosse a fonte de minha transformação e maturidade. Será que ela ainda está para se apresentar a mim? Angustiava-me só de pensar que esta cruz poderia se apresentar como uma prova muito dura. Quiçá na forma de doença de meus filhos, algo profundamente doloroso. Às vezes, pensava que realmente não queria nenhuma cruz.
Enquanto eu refletia sobre os mistérios dolorosos de Jesus, pude perceber que, na minha vida, existiram e existem eventos que têm o sabor amargo, como o que deixam estes mistérios:
– Primeiro mistério: a Oração do Horto (a dor da traição e do abandono);
– Segundo mistério: a flagelação (as feridas);
– Terceiro mistério: A Coroa de Espinhos (a provocação ao coroá-lo);
– Quarto mistério: O caminho ao Calvário (a cruz nas costas, as quedas) e
– Quinto mistério: Crucificação e Morte (a dor do silêncio).
Nos três primeiros mistérios, pude ver a minha cruz. Em algum momento de nossas vidas, todos sentimos a dor da traição, entendemos o abandono, sabemos o que é a solidão, porque, no fim do dia, estamos sozinhos com o peso dos nossos problemas e o silêncio. Também arrastamos as feridas que nos lembram a traição.
No entanto, nos mistérios seguintes, pude ver algo diferente: de que maneira Cristo levava sua cruz? Sabendo que era a vontade do Pai, começou a orar no Getsêmani: “Pai, se é de teu agrado, afasta de mim este cálice! Não se faça, todavia, a minha vontade, mas sim a tua” (Lucas 22,42).
Cristo entendeu a vontade do Pai… e se fez dócil. Docilmente, aceitou a provocação com que o coroaram como Rei dos Judeus. Carregou sua cruz como deveria, o que exigia um esforço descomunal.
Ao cair, ele viu os rostos de pessoas que o ajudaram. Na primeira estação, estava Maria, sua Mãe, que no caminho, fortalecia-o com seu olhar, para que Ele não caísse. Também estavam lá os que lhe deram água e os que o levantaram. Estas pessoas me lembravam daqueles amigos que estiveram presentes comigo em meus momentos de crise, aqueles que me ouviram. Jesus permitiu que Deus pudesse trabalhar nele.
Finalmente, o quinto mistério – a morte. Mas o que Deus quis com a morte depois do Calvário? Depois da cruz, irremediavelmente, está a morte. Mas também a ressurreição, o renascer como homens novos e transformados.
A luz que o quinto mistério quer nos mostrar é este renascer. A morte é a morte a que Cristo nos chama e da qual fala a parábola da semente de trigo: “Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto.” (Jo 12,24)
Cristo entende nossos problemas; Ele passou por todos. É melhor carregar nossas cruzes junto a Ele, porque o caminho será mais leve. È bom olhar para ele como se fôssemos crianças, segurando na Sua mão, contando para Ele o quanto sofremos.

Também é bom observar com o coração a humildade com que este Homem de Deus lidou com sua dor: com doçura, pois se enfrentarmos os nossos problemas com agressividade, não poderemos nos transformar.
Se a história tivesse sido diferente, e Cristo não tivesse entregado sua vida à vontade do Pai, não teriam sido possíveis a ressurreição e a redenção. Isso quer dizer que, sem a morte de Cristo, não seria possível uma nova humanidade, nem a vida eterna, muito menos o fato de alcançarmos a Deus. Somos barro nas mãos do oleiro. E o oleiro é Deus…

https://pt.aleteia.org/2017/04/13/os-misterios-dolorosos-da-vida/

O terço é uma oração antiquada e monótona? A irmã Lúcia, de Fátima, nos mostra outra realidade!


Ela foi testemunha ocular das aparições de Nossa Senhora

Aos que dizem que o terço é uma oração antiquada e monótona, devido à repetição das orações que o compõem, eu pergunto-lhes se há alguma coisa que viva sem ser pela repetição continuada dos mesmos actos.
Deus criou tudo o que existe de modo a conservar-se pela repetição continuada e ininterrupta dos mesmos actos. Assim, para conservarmos a vida natural, inspiramos e expiramos sempre do mesmo modo; o coração bate continuamente seguindo sempre o mesmo ritmo. Os astros, como o Sol, a lua, os planetas, a Terra, seguem sempre a mesma rota que Deus lhes marcou. O dia sucede à noite, ano após anos, sempre do mesmo modo. A luz do Sol alumia-nos e aquece-nos na Primavera, vestem-se depois de flores, dão frutos e voltam a perder as folhas no Outono ou Inverno.
E, assim, tudo o mais segue a lei que Deus lhe marcou, e ainda ninguém lhe ocorreu dizer que era monótono, por isso prescinde-se; é que precisamos disso para viver! Pois bem, na vida espiritual temos a mesma necessidade de repetir continuamente as mesmas orações, os mesmos actos de fé, de esperança e de caridade, para termos vida, visto que a nossa vida é uma participação continuada da vida de Deus.
Quando os discípulos pediram a Jesus Cristo que os ensinasse a orar, Ele ensinou-lhes, como vimos atrás, a bela fórmula do “Pai-Nosso“, dizendo: “Quando orardes dizei: Pai…” (Lc 11,4). O Senhor mandou-nos rezar assim, sem nos dizer que, passado um certo número de anos, buscássemos nova fórmula de oração, porque esta teria passado a ser antiga e monótona.
Quando os namorados se encontram, passam horas seguidas a repetirem a mesma coisa: “amo-te!“. O que falta aos que acham a oração do terço monótona é o Amor; e tudo o que não é feito por amor não tem valor. Por isso, nos diz o Catecismo que os dez Mandamentos da Lei de Deus se encerram num só, que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Os que rezam diariamente o seu terço são como os filhos que todos os dias dispõem de alguns momentos para ir até junto de seu pai, para lhe fazer companhia, manifestar-lhe o seu agradecimento, prestar-lhe os seus serviços, receber os seus conselhos e a sua bênção. É o intercâmbio e a troca do amor, do pai para com o filho e deste para com o pai, é a dádiva mútua.
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Irmã Lúcia, em “Apelos da Mensagem de Fátima”

domingo, 28 de maio de 2017

Conheça e descubra o que trata esta linda história: “O Vestido Celestial”.

Santa Catarina de Sena, rogai por nós! vestido celestial

Caía a noite. 

Em sua celazinha cheia de sombra, S. Catarina de Sena pensava na festa que terminava.
Via os estandartes agitados pelos jovens; via a multidão apinhada no campo sob o sol de verão, os palcos repletos de luxuosas damas.
Naquele momento começou o demônio a testá-la:
“Também tu, Catarina, poderias estar com eles.
Por que cortaste teus cabelos louros, por que trazes o cilício sobre o teu corpo delicado, por que queres fazer-te religiosa?
Olha este vestido, não é mais lindo que o místico hábito claustral?”

Na dúbia claridade da noite, a Santa julgou ver diante de si um jovem que lhe apresentava um rico vestido feito de pétalas de rosas.

Enquanto Catarina estava como que suspensa, apareceu-lhe Maria Santíssima.
Como o tentador, também ela trazia nos braços um esplêndido vestido bordado a ouro e pérolas, radiante de pedras preciosas.

Deves saber, minha filha, disse a Mãe de Jesus com voz dulcíssima, que os vestidos tecidos por mim no coração de meu Filho, morto por ti;
São mais preciosos que qualquer outro vestido trabalhado por outras mãos que não as minhas.

Então Catarina, ardendo em desejo de possuí-lo e tremendo de humildade, inclinou a cabeça e a Virgem vestiu-a com a túnica celestial.

O demônio apresenta-se às almas com seu vestido de rosas e prazeres carnais; Maria, ao contrário, com seu vestido de pureza e santidade.

Dai preferência a este último; somente com ele podereis entrar no Céu.
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Fonte: osegredorosario.blogspot ALVES, Pe. Francisco. Tesouros de Exemplos. 2a ed. Editora Vozes: Petrópolis, 1958.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Por que São João Paulo II propôs os mistérios luminosos do rosário


Ele não foi o primeiro: a inspiração pode ter vindo de um santo que ele canonizou no ano anterior à proposta

Quando nós, católicos, rezamos o rosário, vamos meditando sobre vários acontecimentos da vida de Jesus Cristo enquanto repassamos, em filial união com Maria, os assim chamados mistérios da Salvação. Essa forma de oração e devoção mariana foi desenvolvida em 1214 por São Domingos de Gusmão.
Originalmente, São Domingos desenvolveu os mistérios do rosário como um método catequético para ensinar a fé da Igreja às pessoas desencaminhadas pela heresia albigense. Ele agrupou os mistérios em gozosos, dolorosos e gloriosos, com a intenção de ajudar o fiel cristão a se envolver em momentos essenciais da vida de Jesus.
Enquanto refletia sobre esses mistérios, São João Paulo II observou uma “lacuna”. Em 2002, ele escreveu a encíclica “Rosarium Virginis Mariae”, na qual comenta:
“Para ressaltar o caráter cristológico do rosário, considero oportuna uma incorporação que, embora fique à livre consideração dos indivíduos e da comunidade, lhes permita contemplar também os mistérios da vida pública de Cristo desde o Batismo até a Paixão”.
São João Paulo II queria que o rosário se tornasse um “compêndio do Evangelho”, incluindo uma meditação que “também se volte a momentos particularmente significativos da vida pública”. Foram então propostos os “mistérios de luz” ou “mistérios luminosos”:
1) O Batismo no Jordão
2) As bodas de Caná
3) A proclamação do Reino de Deus
4) A Transfiguração
5) A instituição da Eucaristia
É interessante saber que, embora não tenha manifestado publicamente a fonte desta inspiração, São João Paulo II beatificou, um ano antes, em 2001, o sacerdote carmelita São Jorge Preca, de Malta. A biografia do Vaticano destaca que este sacerdote, “em 1957, sugeriu o uso de cinco mistérios de luz para a recitação privada do rosário”.
De acordo com os carmelitas, a divisão de Preca dos mistérios da luz guarda notável semelhança com a proposta de São João Paulo II:
1) Depois do batismo de Jesus no Jordão, Ele foi levado ao deserto.
2) Jesus se revela como verdadeiro Deus pela sua palavra e milagres.
3) Jesus ensina as Bem-Aventuranças no monte.
4) Jesus se transfigura na montanha.
5) Jesus tem sua Última Ceia com os Apóstolos.
São João Paulo II nunca afirmou que São Jorge Preca tivesse inspirado a sua decisão, mas ambos os santos viram a oportunidade de fazer com que o rosário refletisse de modo mais completo a vida de Cristo.

Uma sugestão, não uma obrigação

Além disso, embora a introdução dos mistérios luminosos do rosário tenha o peso do respaldo papal, São João Paulo II também deixou claro que essa proposta não é uma imposição à devoção pessoal.
“Esta indicação não pretende limitar uma conveniente liberdade na meditação pessoal e comunitária, segundo as exigências espirituais e pastorais e, principalmente, as coincidências litúrgicas que podem sugerir oportunas adaptações. O realmente importante é que o rosário seja compreendido e experimentado cada vez mais como um itinerário contemplativo”.
São João Paulo II, em suma, quis facilitar a oração dos indivíduos. Ele percebeu nos mistérios luminosos uma forma de ajudar os fiéis a entrarem mais a fundo na vida de Jesus e uma “verdadeira introdução à profundidade do Coração de Cristo, abismo de regozijo e de luz, de dor e de glória”.

https://pt.aleteia.org/2017/05/23/por-que-sao-joao-paulo-ii-propos-os-misterios-luminosos-do-rosario/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

Mais de 100 extremistas assaltam nova igreja dedicada à Virgem de Fátima na Índia


Uma igreja dedicada a Nossa Senhora de Fátima e recentemente inaugurada por ocasião dos 100 anos das aparições marianas foi atacada por uma multidão de cem pessoas na Diocese de Hyderabad, no estado indiano de Andhra Pradesh.
Segundo informou no dia 22 de maio a revista ‘Mondo e Missione’ do Pontifício Instituto para as Missões Exteriores (PIME), a igreja tinha sido inaugurada pelo Arcebispo de Hyderabad, Dom Thumma Bala, no último dia 13, durante a celebração do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima.
Foto: P. Vijay Kumar Rayarala, Superior Regional del PIME en la India
A revista assinalou que os responsáveis ??pertencem aos “movimentos mais fanáticos da direita nacionalista hindu” e que a igreja ficou “completamente” devastada. Os vândalos destruíram as imagens de Jesus e da Virgem Maria, paramentos, quadros e cadeiras.
A informação e as imagens foram enviadas a ‘Mondo e Missione’ pelo Pe. Vijay Kumar Rayarala, Superior Regional do PIME na Índia. A revista assinalou que este ataque é “um sinal particularmente preocupante não só pela maneira que foi executado, como também porque Hyderabad não está em uma das áreas onde normalmente ocorre este tipo de violência”.
“Estamos em estado de choque e com muita dor. Que o Senhor nos proteja e perdoe as pessoas que cometeram esta destruição. É um sinal muito perigoso e os cristãos devemos permanecer unidos ao exigir que os culpados sejam detidos”, expressou o Pe. Vijay.
Em declarações recolhidas pela Rádio Vaticano, Dom Thumma Bala assinalou que “este ato de profanação, de vandalismo e a destruição das imagens ferem profundamente os sentimentos religiosos da Igreja Católica”.
Por sua parte, o Arcebispo de Bombaim, Cardeal Oswald Gracias, condenou este ataque e disse que foi “uma experiência horrível”. Indicou que permanece em contato com Dom Thumma Bala.
Informou que no momento do ataque não estavam realizando nenhum ato religioso, mas os atacantes começaram a perturbar os fiéis presentes.
O Cardeal Oswald Gracias assinalou que “a intolerância faz mal ao país e é uma vergonha para todos. Condeno fortemente este incidente, esperamos que seja um acontecimento isolado”.
“Essas coisas não fazem bem à nação. Trata-se de um pequeno grupo, entretanto estes acontecimentos são uma vergonha para todos nós. A cada certo tempo acontecem estes incidentes”, indicou. Entretanto, destacou que “desta vez o governo reagiu de forma rápida: cerca de 15 pessoas foram presas, o governo prometeu apoio às atividades da Igreja”.
http://www.acidigital.com/noticias/mais-de-100-extremistas-assaltam-nova-igreja-dedicada-a-virgem-de-fatima-na-india-63597/

“Os comunistas têm medo de Nossa Senhora de Fátima”, garante Cardeal chinês


O Bispo emérito de Hong Kong, Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, garantiu em recente entrevista que os comunistas conhecem a mensagem de Fátima e, por isso, “têm medo de Nossa Senhora de Fátima”.
O Purpurado esteve na Alemanha, onde participou de um evento no santuário de peregrinação alemão de Kevelaer em 13 de maio. Na ocasião, concedeu uma entrevista à Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), na qual falou sobre a Igreja Católica na sociedade chinesa.
“Todos nós ouvimos falar das mensagens de Fátima. Até os comunistas! Elas os deixam muito ansiosos”, expressou o bispo emérito, ressaltando que “os comunistas têm medo de Nossa Senhora de Fátima”.
Segundo ele, “toda a situação está se tornando ridícula: por exemplo, os comunistas nada têm contra as pessoas levarem fotos de ‘Maria Imaculada’ ou representações da imagem milagrosa de ‘Maria Auxiliadora’ para a China vindas do exterior”, explicou.
Entretanto, “fotos de ‘Nossa Senhora de Fátima’, por outro lado, não são permitidas”, disse. De acordo com o Cardeal, “eles consideram os eventos em Fátima como ‘anticomunistas’. O que é, naturalmente, nada além da verdade!”.

Por outro lado, recordou que “a veneração de Nossa Senhora sob o título de ‘Auxiliadora’ está profundamente enraizada em toda a China e tem sido assim por muito tempo”.
Porém, não se trata de uma devoção mariana que busca a ajuda individual aos fiéis, “mas também para ajudar a igreja como um todo”, esclareceu, assinalando que “o principal perigo na China hoje é o ateísmo materialista”.
O Cardeal Joseph Zen Ze-kiun denunciou que “o comunismo chinês é uma forma de imperialismo desenfreado”. De acordo com ele, “a corrupção desenfreada, também dentro do partido, atesta isso”.
E, em um cenário em que “a obediência absoluta à liderança estatal é a única coisa que conta”, tudo está piorando, segundo o Purpurado, “através da abertura do setor econômico e da crescente afluência”.
O Bispo emérito admitiu que no início do governo de Xi Jinping “tinha grandes esperanças, porque o presidente tomou medidas contra a corrupção tanto no governo, quanto na sociedade”. Entretanto, “rapidamente ficou evidente que ele também estava interessado apenas no poder”.
“As pessoas que lutam pelos direitos humanos passaram a ser reprimidas, perseguidas, humilhadas e condenadas em julgamentos de propaganda em nome do seu governo”, denunciou.
Nesse sentido, salientou que os cristãos devem ter um importante papel na sociedade chinesa para fazer frente a este contexto. “Tudo depende de saber se conseguiremos viver nossa fé de forma autêntica – sem fazer muitos compromissos com o governo”, advertiu.
Em 1957, o regime de Pequim criou a Associação Patriótica Católica para impedir interferências estrangeiras, em especial da Santa Sé, e para assegurar que os católicos chineses vivam a sua fé em conformidade com as políticas do Estado.
Sobre as recentes negociações entre a Santa Sé e a liderança chinesa, o Cardeal disse achar que “ainda levem muito tempo”. “Na minha opinião, a liderança do Estado não aceitará qualquer outro resultado do que a subjugação da igreja à liderança do Partido Comunista”.
Como exemplo, citou um caso recente, quando os bispos da chamada “igreja subterrânea” foram “forçados a participar de cursos de formação política durante a Semana Santa e, portanto, não puderam celebrar a liturgia com os seus fiéis”.
Ao ressaltar que existem “cristãos na China que defendem corajosamente uma sociedade melhor”, o Cardeal Zen Ze-kiun lamentou que “muitos deles estão na prisão”.
Porém, defendeu que, se um dia o comunismo cair, “os católicos devem estar entre aqueles que irão construir uma nova China”. Mas, para isso, alertou que os católicos não podem desperdiçar “sua credibilidade de antemão, fazendo compromissos vazios com a liderança comunista”.

http://www.acidigital.com/noticias/os-comunistas-tem-medo-de-nossa-senhora-de-fatima-garante-cardeal-chines-94598/

quarta-feira, 17 de maio de 2017

"Ele renunciou aos próprios olhos para poder contemplar Nossa Senhora!"


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"Ele renunciou aos próprios olhos para poder 
contemplar Nossa Senhora!"

A catedral de Notre-Dame de Paris é muito rica em histórias e milagres. Eis o relato de um deles, recolhido em um belo conto medieval.

Um menino órfão, que vivia aos cuidados dos padres da catedral de Notre-Dame, começou a andar um pouco triste e pensativo. O padre, vendo a tristeza no rosto inocente, se aproximou e lhe perguntou:

– O que está acontecendo? Por que tens andado pensativo e tão triste?

– É que eu vejo que muitos meninos têm mãe para poderem abraçar, mas eu não tenho…

Compadecido da situação do menino inocente, o padre lhe falou com sorriso caridoso:

– Meu filho, você não sabe que tem a mãe mais bela de todas as mães? Para as crianças que não conheceram sua mamãe na terra, Nossa Senhora assume uma maternidade toda especial!

Contente e já confortado, o menino saiu de lá com a convicção alegre de que a sua mãe era a mais linda de todas as mães!

Toda vez que ia até a catedral, ele rezava de modo mais especial; porém, fazia agora um pedido inesperado: o menino queria ver a sua mãe pessoalmente – e, para isso, não só rezava, mas fazia também sacrifícios.

Num daqueles dias maravilhosos do mês de maio, Paris estava toda florida e a catedral ornada de flores. Logo pela manhã, o menino foi encontrado desmaiado perto da imagem de Nossa Senhora. Socorrido pelo padre e cercado pelos fiéis, ele acordou nos braços do religioso com um sorriso celestial. Perguntam-lhe o que tinha acontecido. E ele respondeu:

– Minha mãe atendeu meu pedido! Nossa Senhora me apareceu! E ela é, realmente, a mais linda de todas as mães!

– Mas o que aconteceu com seus olhos? – perguntou-lhe o padre, vendo o olho direito do menino todo branco e opaco.

– É que Nossa Senhora me perguntou se, para poder vê-la, eu aceitava não enxergar mais do olho direito.

O milagre se espalhou como um vendaval pela região. Muitas pessoas iam à catedral pela manhã para ver o menino rezar à Santíssima Virgem.

Perguntavam-lhe o que estava pedindo dessa vez. E ele sempre respondia:

– Quero ver novamente a minha mamãe tão linda que está no céu!

– Mas e se Nossa Senhora lhe perguntar se você aceita perder também o outro olho e ficar cego definitivamente?

O pequeno respondia:

– Minha mãe que está no céu é tão linda que, depois de vê-la mais uma vez, eu não quero mais ver nada deste mundo!

E assim passou-se um mês em orações e penitências. Certa manhã, enquanto rezava diante da imagem de Nossa Senhora, o menino ergueu a cabeça, sorriu e desmaiou novamente.

Todos os que estavam no local se perguntavam se ele teria visto a mais uma vez a Santíssima Virgem. O tumulto se agrandava.

O padre acolheu o menino em seus braços e o chamava pelo nome… A face do pequeno resplandecia de um brilho extraordinário… Ainda com os olhos fechados, ele exclamou:

– Eu vi minha mamãe!

E, ao abrir os olhos… os dois estavam normais.

Nossa Senhora lhe restituíra o olho direito, devolvendo-lhe a visão perfeita!

É que a sua imensa fé de criança não precisava dar nenhuma prova de sinceridade.

Fonte: Facebook

“Vita, dulcedo et spes nostra, salve...”.


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[...] Ela é boa, Ela é terna; não há n'Ela nada de austero nem de rebarbativo, nada de sublime demais ou brilhante demais; vendo-a, vemos nossa pura natureza. 

Ela não é o sol que, pela vivacidade de seus raios, poderia cegar-nos por causa de nossa fraqueza, mas Ela é bela e doce como a lua, que recebe sua luz do sol e a tempera pra torná-la conforme a nossa debilidade.

- São Luís Maria Grignion de Montfort

Ó querida advogada nossa

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“Ó querida advogada nossa. Vós tendes um coração tão terno que não podeis ver os infelizes sem vos compadecerdes. Ao mesmo tempo tendes tanta influência junto a Deus, que podeis salvar a todos aqueles que defendeis; não nos desprezeis, seja qual for a nossa miséria. Em vós depositamos todas as nossas esperanças. Mostrai–nos o vosso poder; pois, o Senhor vos fez tão poderosa, para que estivésseis sempre pronta a fazer-nos bem e mostrar-nos a vossa misericórdia”.

- São Pedro Damião

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Novena a Nossa Senhora de Fátima


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Pedimos a intercessão de Nossa Senhora de Fátima pelas necessidades impossíveis
Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos os tesouros das graças que podemos alcançar, rezando o Santo Rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais essa santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insistentemente vos pedimos (pedir a graça).
Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem.
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós.
(Reza-se uma dezena de Ave-Marias em saudação a Nossa Senhora de Fátima)

Oração preparatória
Ó Santíssima Virgem Maria, Rainha do Rosário e Mãe de misericórdia, que vos dignastes manifestar em Fátima a ternura de vosso Imaculado Coração trazendo-nos mensagens de salvação e de paz, confiados em vossa misericórdia maternal e agradecidos das bondades de vosso amantíssimo coração, viemos a vossos pés para render-vos o tributo de nossa veneração e amor.
Concedei-nos as graças de que necessitamos para cumprir fielmente vossa mensagem de amor, e a que vos pedimos nessa novena, se forem elas para maior glória de Deus, honra vossa e proveito de nossas almas. Assim seja.

Oração final
Ó Deus, cujo Unigênito, com Sua vida, Morte e Ressurreição mereceu-nos o prêmio da salvação eterna, suplicamo-Vos: concedas-nos que, meditando os mistérios do Santíssimo Rosário da bem-aventurada Virgem Maria, imitemos os exemplos que nos ensinam e alcancemos o prêmio que prometem. Pelo mesmo Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Primeiro dia – Penitência e reparação
Ó Santíssima Virgem Maria, Mãe dos pobres pecadores, que aparecendo em Fátima deixastes transparecer em vosso rosto celestial uma leve sombra de tristeza para indicar a dor que causam os pecados dos homens, os quais, com maternal compaixão, exortastes a não afligir mais a vosso Filho com a culpa e a reparar os pecados com a mortificação e a penitência, dai-nos a graça de uma sincera dor dos pecados cometidos e a resolução generosa de reparar com obras de penitência e mortificação todas as ofensas que se inferem a vosso Divino Filho e o vosso Coração Imaculado.

Segundo dia – Santidade de vida
Ó Santíssima Virgem Maria, Mãe da divina graça, que vestida de nívea brancura vos aparecestes aos pastorinhos singelos e inocentes, ensinando-os assim o quanto devemos amar e procurar a inocência da alma, e que pedistes por meio deles a emenda dos costumes e a santidade de uma vida cristã perfeita, concedei-nos misericordiosamente a graça de saber apreciar a dignidade de nossa condição de cristãos e levar uma vida conforme as promessas batismais.

Terceiro dia – Amor à oração
Ó Santíssima Virgem Maria, vaso insigne de devoção, que aparecestes em Fátima tendo pendente de vossas mãos o Santo Rosário, e que insistentemente repetias: “Orai, orai muito” para conseguir findar, por meio da oração, os males que nos ameaçam. Concedei-nos o dom e o espírito de oração, a graça de sermos fiéis no cumprimento do grande preceito de orar, fazendo-o todos os dias, para assim observar bem os santos mandamentos, vencer as tentações e chegar ao conhecimento e amor de Jesus Cristo, nesta vida, e à união feliz com Ele na outra.
Quarto dia – Amor à igreja
Ó Santíssima Virgem Maria, rainha da Igreja, que exortastes aos pastorinhos de Fátima a rogar pelo Papa e infundistes em suas almas sinceras uma grande veneração e amor por ele, como vigário de vosso Filho e Seu representante na Terra, infunde também a nós o espírito de veneração e docilidade à autoridade do Romano Pontífice, de adesão inquebrantável a seus ensinamentos, e nele e com ele um grande amor e respeito a todos os ministros da santa Igreja, por meio dos quais participamos da vida da graça nos sacramentos.
Quinto dia – Maria, saúde dos enfermos
Ó Santíssima Virgem Maria, saúde dos enfermos e amparo dos aflitos, que movida pelo rogo dos pastorinhos, fizestes já curas em vossas aparições em Fátima, e haveis convertido este lugar, santificado por vossa presença, em oficina de vossas misericórdias maternais em favor de todos os aflitos; ao vosso coração maternal acudimos cheios de filial confiança, mostrando as enfermidades de nossas almas e as aflições e doenças todas de nossa vida.
Deixai sobre elas um olhar de compaixão e as remedíeis com a ternura de vossas mãos, para que assim possamos servir-vos e amar-vos com todo nosso coração e com todo nosso ser.
Sexto dia – Maria, refúgio dos pecadores
Ó Santíssima Virgem Maria, refúgio dos pecadores, que ensinastes aos pastorinhos de Fátima a rogar incessantemente ao Senhor para que os desgraçados não caiam nas penas eternas do inferno, e que manifestastes a um dos três que os pecados da carne são os que mais almas arrastam àquelas terríveis chamas, colocai em nossas almas um grande horror ao pecado e o temor santo da justiça divina, e ao mesmo tempo despertai nelas a compaixão pelos pobres pecadores e um santo zelo para trabalhar com nossas orações, exemplos e palavras por sua conversão.

Sétimo dia – Maria, alívio das almas do purgatório
Ó Santíssima Virgem Maria, rainha do Purgatório, que ensinastes aos pastorinhos de Fátima a rogar a Deus pelas almas do Purgatório, especialmente pelas mais abandonadas, encomendamos à inesgotável ternura de vosso maternal coração todas as almas que padecem naquele lugar de purificação, em particular as de todos os nossos chegados e familiares e as mais abandonadas e necessitadas; aliviais suas penas e levai-as prontas à região da luz e da paz, para ali cantar perpetuamente vossas misericórdias.

Oitavo dia – Maria, rainha do rosário
Ó Santíssima Virgem Maria, que em vossa última aparição vos destes a conhecer como a Rainha do Santíssimo Rosário, e em todas as aparições recomendastes a reza dessa devoção como o remédio mais seguro e eficaz para todos os males e calamidades que nos afligem, tanto da alma quanto do corpo, tanto públicas quanto privadas, colocai em nossas almas uma profunda estima pelos mistérios de nossa Redenção que se comemoram na reza do Rosário, para assim viverem sempre de seus frutos.
Concedei-nos a graça de ser sempre fiéis à prática de rezá-lo diariamente para honrarmos a vós, acompanhando vossas alegrias, dores e glórias, e assim merecer vossa maternal proteção e assistência em todos os momentos da vida, mas especialmente na hora da morte.

Nono dia – Imaculado Coração de Maria
Ó Santíssima Virgem Maria, Mãe nossa dulcíssima, que escolhestes aos pastorinhos de Fátima para mostrar ao mundo as ternuras de vosso coração misericordioso e lhes propusestes a devoção ao mesmo como o meio com o qual Deus quer dar a paz ao mundo, como o caminho para levar as almas a Ele, e como uma prenda suprema de salvação, fazei, ó coração da mais terna das mães, que possamos compreender vossa mensagem de amor e de misericórdia, que a abracemos com filial adesão e que a pratiquemos sempre com fervor.
E assim seja vosso coração nosso refúgio, nossa esperança e o caminho que nos conduz ao amor e à união com vosso Filho Jesus.

Resultado de imagem para nossa senhora de fátima


domingo, 7 de maio de 2017

“O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.” (Padre José Fortea)

O Exorcismo, a Confissão e o Mal 

Tenho recebido diversos e-mails de pessoas que alegam estar supostamente vivendo algum tipo de realidade espiritual Diabólica.

Alguns casos que as pessoas me apresentam, devido aos detalhes contados e a minha própria experiência, é possível identificar que há algo de estranho e que realmente elas possam estar vivendo algo espiritual, e que isso precisará ser um pouco melhor entendido e esclarecido.
E para quem já recebeu algum tipo de respostas dos meus e-mails ou esteve comigo diretamente, sabe que neste meu primeiro contato o que faço é fazer uma série de perguntas para que fique ainda mais claro o discernimento do caso que a pessoa me apresentou.
Após estas perguntas, a minha principal pergunta é: “Há quanto tempo você não se confessa?
E para aqueles que de algum modo eu já aconselhei e acompanho, a minha principal recomendação para que a pessoa se mantenha em seu Processo de Cura e Libertação é: “Você precisa se confessar ao menos uma vez por mês, ou sempre que sentir a necessidade; contanto que não passe de um mês.”
Diante de tudo, o que mais me espanta é ver que muitas pessoas não se confessam faz anos e anos. Algumas até vivem um pouco da fé, dizem ir a Igreja, dizem que vão até à Missa; mas não se confessam!
Realmente me causa muita preocupação pois dizem que vão à Missa, mas que não se confessam faz muito tempo! Isso significa que: Ou estão comungando em pecado, ou não estão comungando

Mas o que eu quero ressaltar com isso, é que as pessoas realmente não entenderam o poder e a força libertadora da confissão.
Elas acreditam que um Exorcismo é muito mais “poderoso” do que elas viverem em dia com sua confissão, e por consequência na graça de Deus.
Se recomendo à estas pessoas que elas precisam sair de suas cidades para vir aqui em Cachoeira Paulista para eu rezar por elas, elas vem felizes e satisfeitas porque receberão Oração. Mas se eu digo que ela precisam passar por uma preparação que se aplica alimentar a sua espiritualidade e se aplicar com fidelidade à confissão, ela esmorecem, se entristecem…
Não é estranho isso?!
Se eu digo à estas pessoas que realmente o problema que elas tem é espiritual e que elas precisarão buscar a ajuda com Oração de Cura e Libertação, elas ficam até felizes…Se eu digo que o que elas tem que fazer é confessar e se empenhar em seu caminho de conversão; logo reclamam e acham que isso nada adiantará diante dos seus problemas…

No fundo as pessoas acham um pouco mais “uteis” conselhos e até atitudes que exijam uma certa “sobrenaturalidade“. Mas estão muito equivocadas quanto à essa postura, se compreendessem a força do Sacramento da Reconciliação.
Num processo de Libertação não tenho duvidas em afirmar que a Confissão é muito, mas muito mais importante e poderoso que um Exorcismo. Por isso volto a repetir o que o Padre José Fortea diz:
O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.
Isso significa que uma pessoa que se encontra com problemas espirituais e até mesmo passe pela dura realidade da Possessão Diabólica, ela pode ser liberta se houver o arrependimentos de seus pecados, se ela se empenhar na sua vida como cristã e fazer da confissão uma arma e remédio para si, ainda que nunca passe por um Ritual de Exorcismo.
Mas do contrário, já não acho que seja possível: Uma pessoa que viva a realidade de uma possessão Diabólica, mas que não se confesse dos seus pecados, ainda que passe por diversas sessões de Exorcismo, dificilmente será liberta.
Isso porque a libertação não está somente ligada a retirada do Demônio, a libertação esta ligada à sua relação pessoal com Deus e a sua conversão.
Tem pessoas e pregadores que enfatizam muito a questão do Demônio ser expulso, da luta contra o Demônio; falam muito sobre o Demônio…Mas na verdade todo o processo de libertação das ações do Demônio, não esta ligado diretamente ao Demônio em si; esta ligado a conversão do coração desta pessoa. Pois quanto mais me aproximo de Deus, mas longe fico do Mal, quanto mais perto estou de Deus, maiores são as possibilidades de escolher fazer a vontade de Deus para minha vida! É por isso que o arrependimento dos nossos pecados e a confissão se torna mais importante que o próprio Exorcismo, pois o Exorcismo em si não aproxima necessariamente a pessoa mais de Deus.
O Catecismo da Igreja Católica, no número 980 cita que a confissão é necessária para a Salvação: “O sacramento da Penitência é necessário para a salvação daqueles que caíram depois do Batismo, assim como o Batismo é necessário para os que ainda não foram regenerados.”

Conheci pessoas que passaram por sessões de Exorcismos, passaram por Orações de Libertação, e ainda assim não tinham o seu coração voltado para Deus e nem mesmo o arrependimento pelos seus pecados. Isso dificulta muito e até paralisa a eficácia da Oração.
Uma coisa também é certa, não basta a confissão pela confissão! É necessário que o nosso coração esteja realmente arrependido do pecado, e tenha o propósito de tomar novos rumos para a nossa vida.
O Catecismo é tão claro quando diz no numero 1431: “A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus de todo nosso coração, uma ruptura com o pecado, uma aversão ao mal e repugnância às más obras que cometemos. Ao mesmo tempo, é o desejo e a resolução de mudar de vida com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda de sua graça. Esta conversão do coração vem acompanhada de uma dor e uma tristeza salutares, chamadas pelos Padres de “animi cruciatus (aflição do espírito)”, “compunctio cordis (arrependimento do coração”).
É exatamente isso! A confissão se torna eficaz quando verdadeiramente queremos mudar de vida! Ai sim a confissão pode nos levar para Deus e nos desvincular do Mal!
Se percebermos que não estamos arrependidos dos nossos pecados, precisamos rezar e pedir à Deus que nos dê a graça do arrependimento e da contrição do coração. E Deus que é sempre bom, fará com que sintamos a dor de te – Lô ofendido. Faça esta experiência!
Em uma das vezes que Padre José Fortea esteve aqui na Canção Nova, eu apresentei à ele um caso grave de Libertação que eu estava acompanhando. Atualizei ele do que eu via e percebia sobre este caso. Ele rezou pela pessoa, e logo viu que se tratava de um caso grave de ação Diabólica. Mas também percebeu que a pessoa não se confessava fazia tempo, ainda que eu tivesse sempre recomendando ela a fazer isso. E a partir dai ele disse que não adiantava querermos fazer nada, pois seria tempo perdido. Uma pessoa que estava junto, recomendou então que ele confessasse esta pessoa, e ele disse que não, pois não seria naquele momento que esta pessoa estaria contrita, pois se não, não valeria de nada.
Decidi continuar acompanhando este caso se eu visse algum tipo de reação da pessoa positiva da pessoa em questão. Mas a verdade é que esta pessoa pouco fez.
Um ano depois eu estive com Padre Duarte Sousa Lara, e novamente apresentei este caso à ele, explicando – lhe todo o histórico. Ele fez uma breve oração, viu que se tratava realmente de um caso de Libertação grave, mas que a pessoa não procurava se confessar, e que desta forma seria praticamente impossível avançar no progresso da sua Libertação. E não quis mais rezar por esta pessoa durante os dias que esteve aqui.
Conclusão: A pessoa continuou no estado em que estava, simplesmente porque a confissão e o arrependimento, junto com o propósito de mudança de vida é o que poderiam dar o impulso inicial no processo de Libertação desta pessoa.

Não quero me delongar, certamente escreverei mais sobre isso em outros artigos, e continuarei a dar dicas importantes em minha página no FACEBOOK.
A questão mais importante para as pessoas que estão vivendo algum tipo de ação diabólica não é procurar um exorcista ou exorcismos; é procurar fazer uma boa confissão e romper com o pecado. E a partir dai sim, recorrer aos meios que a Igreja nos dá.
Recomendo este Exame de Consciência para a preparação de uma boa Confissão.
Deus abençoe você e bons frutos de Santidade!
Rezo por você! Reze por mim e pelo meu Ministério!
Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto!


http://blog.cancaonova.com/livresdetodomal/o-exorcismo-a-confissao-e-o-mal/

O que a Confissão tem a ver com o exorcismo?

 

Se você é católico de verdade, precisa entender e saber explicar isso muito bem!

Tenho recebido diversos e-mails de pessoas que alegam estar supostamente vivendo algum tipo de realidade espiritual Diabólica.
Alguns casos que as pessoas me apresentam, devido aos detalhes contados e a minha própria experiência, é possível identificar que há algo de estranho e que realmente elas possam estar vivendo algo espiritual, e que isso precisará ser um pouco melhor entendido e esclarecido.
E para quem já recebeu algum tipo de respostas dos meus e-mails ou esteve comigo diretamente, sabe que neste meu primeiro contato o que faço é fazer uma série de perguntas para que fique ainda mais claro o discernimento do caso que a pessoa me apresentou.
Após estas perguntas, a minha principal pergunta é: “Há quanto tempo você não se confessa?”.
E para aqueles que de algum modo eu já aconselhei e acompanho, a minha principal recomendação para que a pessoa se mantenha em seu Processo de Cura e Libertação é: “Você precisa se confessar ao menos uma vez por mês, ou sempre que sentir a necessidade; contanto que não passe de um mês.”
Diante de tudo, o que mais me espanta é ver que muitas pessoas não se confessam faz anos e anos. Algumas até vivem um pouco da fé, dizem ir a Igreja, dizem que vão até à Missa; mas não se confessam!
Realmente me causa muita preocupação pois dizem que vão à Missa, mas que não se confessam faz muito tempo! Isso significa que: Ou estão comungando em pecado, ou não estão comungando
Mas o que eu quero ressaltar com isso, é que as pessoas realmente não entenderam o poder e a força libertadora da confissão.
Elas acreditam que um Exorcismo é muito mais “poderoso” do que elas viverem em dia com sua confissão, e por consequência na graça de Deus.
Se recomendo à estas pessoas que elas precisam sair de suas cidades para vir aqui em Cachoeira Paulista para eu rezar por elas, elas vem felizes e satisfeitas porque receberão Oração. Mas se eu digo que ela precisam passar por uma preparação que se aplica alimentar a sua espiritualidade e se aplicar com fidelidade à confissão, ela esmorecem, se entristecem…
Não é estranho isso?!
Se eu digo à estas pessoas que realmente o problema que elas tem é espiritual e que elas precisarão buscar a ajuda com Oração de Cura e Libertação, elas ficam até felizes…Se eu digo que o que elas tem que fazer é confessar e se empenhar em seu caminho de conversão; logo reclamam e acham que isso nada adiantará diante dos seus problemas…
No fundo as pessoas acham um pouco mais “uteis” conselhos e até atitudes que exijam uma certa “sobrenaturalidade“. Mas estão muito equivocadas quanto à essa postura, se compreendessem a força do Sacramento da Reconciliação.
Num processo de Libertação não tenho duvidas em afirmar que a Confissão é muito, mas muito mais importante e poderoso que um Exorcismo. Por isso volto a repetir o que o Padre José Fortea diz:
O Exorcismo só retira o demônio do corpo, a confissão retira o Mal de nosso espírito.
Isso significa que uma pessoa que se encontra com problemas espirituais e até mesmo passe pela dura realidade da Possessão Diabólica, ela pode ser liberta se houver o arrependimentos de seus pecados, se ela se empenhar na sua vida como cristã e fazer da confissão uma arma e remédio para si, ainda que nunca passe por um Ritual de Exorcismo.
Mas do contrário, já não acho que seja possível: Uma pessoa que viva a realidade de uma possessão Diabólica, mas que não se confesse dos seus pecados, ainda que passe por diversas sessões de Exorcismo, dificilmente será liberta.
Isso porque a libertação não está somente ligada a retirada do Demônio, a libertação esta ligada à sua relação pessoal com Deus e a sua conversão.
Tem pessoas e pregadores que enfatizam muito a questão do Demônio ser expulso, da luta contra o Demônio; falam muito sobre o Demônio…Mas na verdade todo o processo de libertação das ações do Demônio, não esta ligado diretamente ao Demônio em si; esta ligado a conversão do coração desta pessoa. Pois quanto mais me aproximo de Deus, mas longe fico do Mal, quanto mais perto estou de Deus, maiores são as possibilidades de escolher fazer a vontade de Deus para minha vida!
É por isso que o arrependimento dos nossos pecados e a confissão se torna mais importante que o próprio Exorcismo, pois o Exorcismo em si não aproxima necessariamente a pessoa mais de Deus.
O Catecismo da Igreja Católica, no número 980 cita que a confissão é necessária para a Salvação: “O sacramento da Penitência é necessário para a salvação daqueles que caíram depois do Batismo, assim como o Batismo é necessário para os que ainda não foram regenerados.”
Conheci pessoas que passaram por sessões de Exorcismos, passaram por Orações de Libertação, e ainda assim não tinham o seu coração voltado para Deus e nem mesmo o arrependimento pelos seus pecados. Isso dificulta muito e até paralisa a eficácia da Oração.
Uma coisa também é certa, não basta a confissão pela confissão! É necessário que o nosso coração esteja realmente arrependido do pecado, e tenha o propósito de tomar novos rumos para a nossa vida.
O Catecismo é tão claro quando diz no numero 1431: “A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus de todo nosso coração, uma ruptura com o pecado, uma aversão ao mal e repugnância às más obras que cometemos. Ao mesmo tempo, é o desejo e a resolução de mudar de vida com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda de sua graça. Esta conversão do coração vem acompanhada de uma dor e uma tristeza salutares, chamadas pelos Padres de “animi cruciatus (aflição do espírito)”, “compunctio cordis (arrependimento do coração”).
É exatamente isso! A confissão se torna eficaz quando verdadeiramente queremos mudar de vida! Ai sim a confissão pode nos levar para Deus e nos desvincular do Mal!
Se percebermos que não estamos arrependidos dos nossos pecados, precisamos rezar e pedir à Deus que nos dê a graça do arrependimento e da contrição do coração. E Deus que é sempre bom, fará com que sintamos a dor de te – Lô ofendido. Faça esta experiência!
Em uma das vezes que Padre José Fortea esteve aqui na Canção Nova, eu apresentei à ele um caso grave de Libertação que eu estava acompanhando. Atualizei ele do que eu via e percebia sobre este caso. Ele rezou pela pessoa, e logo viu que se tratava de um caso grave de ação Diabólica. Mas também percebeu que a pessoa não se confessava fazia tempo, ainda que eu tivesse sempre recomendando ela a fazer isso. E a partir dai ele disse que não adiantava querermos fazer nada, pois seria tempo perdido. Uma pessoa que estava junto, recomendou então que ele confessasse esta pessoa, e ele disse que não, pois não seria naquele momento que esta pessoa estaria contrita, pois se não, não valeria de nada.
Decidi continuar acompanhando este caso se eu visse algum tipo de reação da pessoa positiva da pessoa em questão. Mas a verdade é que esta pessoa pouco fez.
Um ano depois eu estive com Padre Duarte Sousa Lara, e novamente apresentei este caso à ele, explicando – lhe todo o histórico. Ele fez uma breve oração, viu que se tratava realmente de um caso de Libertação grave, mas que a pessoa não procurava se confessar, e que desta forma seria praticamente impossível avançar no progresso da sua Libertação. E não quis mais rezar por esta pessoa durante os dias que esteve aqui.

Conclusão: A pessoa continuou no estado em que estava, simplesmente porque a confissão e o arrependimento, junto com o propósito de mudança de vida é o que poderiam dar o impulso inicial no processo de Libertação desta pessoa.
Não quero me delongar, certamente escreverei mais sobre isso em outros artigos, e continuarei a dar dicas importantes em minha página no FACEBOOK.
A questão mais importante para as pessoas que estão vivendo algum tipo de ação diabólica não é procurar um exorcista ou exorcismos; é procurar fazer uma boa confissão e romper com o pecado. E a partir dai sim, recorrer aos meios que a Igreja nos dá.
Recomendo este Exame de Consciência para a preparação de uma boa Confissão.
Deus abençoe você e bons frutos de Santidade!
Rezo por você! Reze por mim e pelo meu Ministério!
Deixe seus comentários abaixo, será importante saber sua experiência ou opinião sobre o assunto!

(Danilo Gesualdo, via Livres de Todo Mal)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

"Salve Maria Imaculada."

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Eu Vos escolho hoje, ó Maria, na presença de toda a corte celeste, por minha Mãe e Mestra. Eu vos abandono e consagro, na qualidade de vosso escravo, meu corpo e minha alma, meus bens interiores e exteriores, e o valor mesmo de minhas boas ações passadas, presentes e futuras, deixando-Vos inteiro e pleno direito de dispor de mim e de tudo o que me pertence, sem exceção segundo o vosso beneplácito, para a maior glória de Deus, no tempo e na eternidade. 

- São Luis Maria Grignion de Montfort 

Graças recebidas de Maria Santíssima?"


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"Quando penso nas graças que tenho recebido de Deus pela intercessão de Maria Santíssima, comparo-me com uma dessas igrejas onde se venera qualquer imagem milagrosa e cujas paredes estão cobertas de ex-votos com as palavras:"Graça recebida de Maria." 

Sim, tal é exatamente minha condição; não encontro nada em mim em que não possa escrever:"Graça recebida de Maria." Os bons pensamentos que saem dos meus lábios, a boa vontade que sinto, os piedosos sentimentos do coração que me animam:" São graças recebidas de Maria."

A força que possuo, o divino emprego que exerço, o hábito religioso que envergo:" São graças recebidas de Maria." Lede na fronte, lede em meu coração, lede em minha alma; não vede vós lá escrito:" Graças recebidas de Maria Santíssima?" 

Sede bendita, mil vezes bendita, Maria Imaculada!