quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Educação dos filhos

Os homens que venceram na vida à custa de seus próprios esforços e de uma luta contínua procuram geralmente torná-la mais fácil para seus filhos, privando-os, assim, da árdua disciplina e da incansável energia que se lhes revelou tão eficaz.Lembra-me sem pré a história do colecionador de borboletas que, aflito, certa ocasião, por ver como lhes era difícil emergir do casulo, abriuo com seus próprios dedos, num gesto de vontade mal refletida, a fim de poupar ao pobre inseto tão grande esforço. A borboleta em questão nunca pôde voar. Toda vez que uma criança vence uma dificuldade, por si própria,as “asas” se lhe tornam mais fortes. Sempre que toma uma decisão e consegue cumpri-la sem hesitações nem desânimo, adquire maior confiança em si própria. 
Charles F. Ketttering.
Santos: Agostinho de Hipona, Viviano, João lll.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

A Lei é dom de Deus a seu povo.

“Hipócrita” é palavra utilizada para o ator de teatro que atua numa peça. Através da crítica à hipocrisia dos escribas e fariseus, que dizem mas não fazem, Jesus adverte os seus discípulos de não imitá-los. A Lei é dom de Deus a seu povo. Ela é dada por Deus para proteger a vida e a liberdade, de tal modo que o povo não volte a cair em nenhum tipo de escravidão. Nesse sentido, é inadmissível um modo de praticar a Lei que prescinda da misericórdia e do amor. Paradoxalmente, o que os escribas e fariseus exigem da prática da Lei escraviza, tira a liberdade e a capacidade de discernir. O legalismo, que é apego à letra da Lei, cega e fecha o coração para a necessidade dos semelhantes. Nas controvérsias galileanas de Marcos (2,1–3,6) percebe-se que os adversários de Jesus são dominados pela “esclerocardia”, pela dureza de coração. Para o fiel não pode existir a alternativa de fazer o bem ou fazer o mal, salvar uma vida ou perdê-la. Isso porque, como dissemos, a Lei visa proteger a vida, o que obriga o fiel ao bem e à defesa da vida. O interior (= coração) é mais importante que o exterior e a aparência. Importa a pureza do coração.

Carlos Alberto Contieri, sj

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

EX-BATISTA: POR CONTA DAS MENTIRAS PROTESTANTES, ME TORNEI CATÓLICO

EX-BATISTA: POR CONTA DAS MENTIRAS PROTESTANTES, ME TORNEI CATÓLICO
MARIA NÃO ERA AQUILO QUE ME ENSINAVAM!

Me chamo Carlinhos Alma, para minha mãe esta atitude foi uma benção porque meu pai passava noites e noites nas festas e isto lhe preocupava muito. Logo começou a ir com ele para a Igreja Batista para lhe fazer companhia. Desde então nunca mais entrou em uma Igreja Católica. Meus pais não são casados na Igreja e isto impedia que minha mãe participasse da comunhão do corpo de Cristo. Este empecilho já não existia na Igreja Batista e isto confortou seu coração que há muito vivia aflita com aquela situação, não aceita, pela Igreja. Eu, um adolescente, não tive outra opção a não ser acompanhar meus pais; confesso que tive muito medo das gritarias que os crentes faziam numa Igreja Pentecostal nos fundos da minha casa, mas na Igreja Batista, era um silêncio, e lá fui me adaptando.
Depois de um certo tempo, fui vendo que eles desfaziam de tudo que tinha aprendido, transformando Maria mãe de Jesus numa mulher qualquer, na qual era praticamente proibido demonstrar amor por ela ou até mesmo falar que a amava, pois, estava sendo idólatra e os idólatras não herdariam o reino de Deus.
Como vim de uma família de músicos, eu tocava razoavelmente bem para minha idade, e estava tendo um conflito de formação religiosa na minha mente. Logo fui convidado para tocar nos eventos da noite, mas como era apenas um adolescente, aquilo era a melhor coisa que eu pude conhecer.
Virava e mexia, eu estava também na Igreja Batista tocando novamente com as bandas daquela Igreja, até que decidi que não era isso que queria. Resolvi desaparecer das Igrejas, não quis mais compromisso com nenhuma e fiquei assim por três anos da minha vida.
Vivia satisfeito com minha decisão, até que um dia chegou uma pessoa da Igreja Católica para fazer os arranjos de seu CD. Já estava acostumado a fazer arranjos para duplas sertanejas, forró, baião e até algumas gospel para os Evangélicos, mas para Igreja Católica nunca tinha feito.
Quando eles entravam no estúdio faziam uma oração de uma maneira que eu desconhecia na Igreja Católica, achando tudo estranho, mas não comentava nada a respeito.
Depois da gravação me convidaram para tocar no lançamento do CD, e foi quando minha vida começou a mudar. Conheci o ministério de Evangelização Amigos do Pai, que ao terminar o lançamento, me perguntaram se tocava em alguma banda. Disse que não, e eles me convidaram a entrar no ministério de Evangelização Amigos do Pai. Naquele momento eu confesso que meu desejo era dizer um não, nem pensar, mas respondi - vamos orar- concordaram e me deram um cartão de apresentação da banda, e foi exatamente o que eles fizeram durante três meses.
Numa quinta feira acordei cheio de vontade de tocar em uma banda, mas não queria tocar nos eventos da noite. Procurei o cartão da banda, por procurar, pois nunca guardava cartões, mas o da banda estava lá novinho em folha, peguei e liguei imediatamente perguntando se haviam conseguido um tecladista, pois estava disposto a fazer um teste para ver se eu encaixava dentro do que eles queriam. Só ouvi uma voz trêmula me respondendo que ainda não tinha encontrado um tecladista, e se eu quisesse ensaiar, teria um na quinta feira na casa da Juliana, uma das vocalistas da banda. Eles ainda estavam orando e tudo estava sendo confirmado através da oração.
A forma na qual fui escolhido por Deus me comoveu muito porque conheci um Deus totalmente diferente. Muito interessante também, foi o meu encontro com Maria, mãe de Jesus, que para mim ainda era algo difícil de entender. Foi marcante, estávamos fazendo o cerco de Jericó na comunidade vida nova, que foi a grande responsável por toda esta cura interior que me atormentava a muitos anos.
Foi lindo, perfeito, vi que Maria não era nada daquilo que me ensinaram na “outra” igreja; ela era simplesmente mãe e não queria glórias, não queria ser Deus, não queria nada, só ser mãe e cuidar de mim.
Hoje, três anos depois, estou casado, tenho duas filhas lindas e uma esposa maravilhosa. Sou muito feliz e posso dizer a todo mundo, com toda sinceridade do meu coração, Maria eu te amo, graças a Deus.
Obs.: Esse testemunho foi relatado pessoalmente pelo (tecladista da Banda Amigos do Pai) Carlinhos Alma a Jaime Francisco de Moura

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Beata Dina Belanger

Vida da Beata Dina Belanger

Introdução
Após a Encarnação do Filho de Deus, muitas almas generosas buscaram a sublime forma de união com Jesus Cristo que consiste em procurar viver nEle para que Ele viva em nós (cf. Jo 15, 4). São Paulo, o Apóstolo dos Gentios, que convivera durante três anos com Nosso Senhor, levou essa devoção a um grau tão perfeito que pôde afirmar: “Eu vivo, mas já não sou eu, é Cristo que vive em mim” (Gal 2, 20).
Já no século XIX, um advogado de Lyon, regressando de Ars, na França, após ter ouvido apenas um sermão de São João Maria Vianney, deu testemunho da união do humilde pároco com Cristo usando expressivas palavras: “Vi Deus num homem!”.
E no início do século passado, uma alma de escol, Maria Margarida Dina Adelaide Bélanger – a primeira canadense da cidade de Quebec a ser proclamada bem-aventurada pela Igreja – procurava descrever sua disposição interior dizendo: “Jesus e eu não somos mais dois. Somos um: somente Jesus. Ele faz uso das minhas faculdades, dos meus sentidos, dos meus membros. É Ele quem pensa, age, reza, olha, fala, anda, escreve, ensina: numa palavra é Ele quem vive…”.
Dina almejou intensamente essa união. Conhecer em profundidade a Beata Dina Bélanger é, pois, descortinar novos aspectos de Cristo Jesus. Nesse íntimo convívio da criatura com o Criador, Dina desaparece e Ele refulge em toda a Sua glória. Ela passa a ser como um abajur que difunde discreta e suavemente a luz de Cristo, ou como um vitral que a tamisa e reveste de cores belamente adaptadas para a sensibilidade humana. “Meu dever agora, e minha ocupação na eternidade, até o fim dos tempos, é e será o de irradiar Jesus para todas as almas, por meio da Santíssima Virgem”.
A tal ponto ela se tornou uma com Cristo, que Ele próprio, a chamou afetuosamente de “Meu pequeno Eu mesmo”.
Jesus quer sua Autobiografia
Dina teria passado despercebida se sua superiora não tivesse discernido os favores de Deus para com ela. “Você deve escrever a sua vida, minha querida irmã”, disse-lhe. É por isso que temos sua Autobiografia, “uma das mais perfeitas joias da literatura espiritual do século XX”, segundo o teólogo carmelita, padre François-Marie Léthel.
Para Dina, escrever sobre si própria constituía um verdadeiro ato de heroísmo: “Falar continuamente de mim mesma, e repetir o pronome ‘eu’, que preferiria ver abolido para sempre… Oh!”. Mas obedeceu, a ponto de encher com sua esmerada caligrafia vários cadernos que a superiora guardava cuidadosamente.
Certa vez, Nosso Senhor lhe confidenciou: “Você fará bem por meio de seus escritos”. E assim foi. Dina falava com Cristo com familiaridade, e ao anotar Suas sagradas palavras não o fazia visando apenas o próprio benefício, mas também o dos sacerdotes, dos religiosos e de toda a humanidade.
A infância de Dina Bélanger
Os primeiros anos de Dina se desenrolaram na atmosfera tranquila de uma família franco-canadense de muita fé. Nasceu no distrito de Saint-Roch, da cidade de Quebec, e foi batizada no próprio dia de seu nascimento, a 30 de abril de 1897, com o nome de Maria Margarida Dina Adelaide.
Seu único irmão morreu aos três meses de idade. A partir desse momento, seus pais concentraram nela todo o seu afeto e cuidados. Sobre esse período de sua vida, Dina escreveu: “O que teria sido de mim se tivesse sido deixada à mercê do meu orgulho, minha obstinação, meus caprichos e minhas traquinagens injustificáveis?”.
Serafina, sua mãe, levava-a sempre à igreja e em suas visitas aos pobres. Ela gostava muito de cantar para a filha, o que levou a menina, naturalmente dotada de senso artístico, a ter paixão pela música.
O pai, Otávio, era contabilista. Talvez tenha sido dele que Dina herdou sua precisão ao expressar-se e a forma metódica de cumprir seus deveres.
Resoluções e metas de vida
Ao longo de sua vida, Dina tomou numerosas resoluções e as cumpriu eximiamente. Quando era estudante, proclamou: “Prefiro a morte a corromper- me”. No postulado, sua meta foi: “Se começar, comece com perfeição“. E na vida religiosa visava “amar e sofrer”. Como fizera Teresa de Lisieux, poucos anos antes, ela tomou a firme resolução de ser “uma santa”. E, para guiarse nesse caminho, adaptou o princípio de Santo Agostinho ama et quod vis fac (ama e faze o que queres), transformando- o no lema que caracterizou toda a sua espiritualidade: “Amar e deixar- se conduzir por Jesus e Maria”.
Com efeito, foi pelas mãos da Virgem Santíssima que aos 13 anos consagrou-se a Jesus Cristo como escrava de amor, segundo o método ensinado por São Luís Maria Grignion de Montfort.
Na oração inicial de sua Autobiografia, ela agradece a Nosso Senhor tudo quanto Ele lhe concedeu por meio de Sua Mãe Santíssima: “Sem exceção alguma, Vós me concedestes vossas graças por meio de Maria, Vossa e minha bondosa Mãe, a quem quero tanto! E é meu desejo constante deixá-La agir livremente em minha vida, para promover Vossa obra em mim”.
Lutas de alma e oferecimento como vítima
Quando chegou o tempo dos estudos, Dina entrou para o Colégio Bellevue, um internato religioso dirigido pelas irmãs de Notre Dame, no qual sua primeira oração a Jesus foi: “Que eu nunca Vos ofenda nem com o menor pecado venial voluntário, durante minha permanência aqui”. Lá começaram as lutas que, devido à sua índole tímida e reservada, teria de travar durante toda sua vida. “Eu procurava sorrir para todo mundo, mas quanto preferiria estar sozinha!” Por ocasião de uma visita da mãe, ela lhe confidenciou essa dificuldade: “Mamãe, não é brincadeira viver com outras pessoas!”.
Dina conta com toda simplicidade que na primeira sexta-feira do mês de outubro de 1911, enquanto as estudantes se dirigiam à capela para fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento, ela consagrou sua virgindade a Nosso Senhor. Foi também por essa época que se ofereceu como vítima de amor: “Mal ouvira falar dessa doação de si mesmo, conhecida como o oferecimento heroico, eu já me ofereci; abandonei-me inteiramente à vontade de Jesus, como sua vítima”. Inflamada pelo desejo de entregar a vida, estava certa de que lhe seria dada a graça do martírio do amor.
Ainda naquela época, antes de tornar-se religiosa, adotou uma “regra de vida”, com hora certa para as orações matutina e vespertina, comunhão, rosário, meditação e confissão semanal. E deixou ao Divino Artesão de sua alma a tarefa de guiá-la em segredo.
Assim que soube do início da 1ª Guerra Mundial, em 1914, ofereceu-se uma vez mais a Nosso Senhor, de corpo e alma, em espírito de reparação e de amor: “Fiquei aflita, sobretudo, pelo perigo moral que ameaçava o mundo”.
Estudos em Nova York
Depois de ter terminado os estudos no internato, já com 16 anos, voltou a viver em sua casa. Seus pais decidiram que deveria continuar com o estudo da música, que iniciara em pequena. Esta arte lhe aproximava de Deus e oferecia-Lhe cada uma de suas notas ao piano como um ato de amor, constituindo para ela uma verdadeira oração, pois seu coração pertencia somente a Deus.
Alguns meses mais tarde, pediu ao diretor espiritual para entrar no convento das Irmãs de Notre Dame, de Villa-Maria, mas foi aconselhada a adiar sua decisão pela negativa dos pais. Cumpria as obrigações sociais com dignidade, dava concertos, apesar destes lhe custarem um esforço enorme, e chegou a ser uma pianista de certo renome. Sempre teve um verdadeiro amor ao próximo, sendo muito sensível à cortesia e ao bom trato. Mas no fundo sempre pensava em seu desejo de ser religiosa. Surgiu- lhe, então, uma boa oportunidade de aperfeiçoar, num Conservatório de Nova York, seus estudos de piano, harmonia e composição. A oferta era tentadora:”Gostei do plano, pois apreciava apaixonadamente a arte e a beleza. E sempre almejei a perfeição.”
Seus pais duvidaram, mas aconselhados pelo pároco que insistia nisso consentiram, pensando que seria uma boa experiência para sua formação e, de 1916 a 1918, ela estudou nos Estados Unidos. Sendo do Canadá francês, teve dificuldades para se comunicar em inglês, mas encontrou conforto na música, já que o piano tem o mesmo som em qualquer país… Vivia na residência Nossa Senhora da Paz, dirigida pelas religiosas de Jesus-Maria, e estudava bastante no Conservatório, sentindo forte atração pela harmonia musical, matéria que mais gostava. Ao término dessa experiência em Nova York, seu relacionamento com Nosso Senhor tinha-se aprofundado e sua consciência permanecia sem mancha alguma: “Tive de seguir a moda e seus caprichos no que dizia respeito às cores e tecidos, mas evitei vigorosamente as suas exigências extravagantes e culposas”.
Caminho de perfeição e vida religiosa
Quando Dina retornou de Nova York, contava com 21 anos. Nos quatro anos que transcorreram até sua entrada na vida religiosa, em 1921, os quais passou na casa de seus pais, rezou muito e passou por tremendas aridezes de alma.
Continuou um curso de harmonia por correspondência no Conservatório de Nova York e seguia com os concertos musicais. Gostava muito da música. Mas a vida contemplativa lhe encantava e esse contraste da vida do mundo com suas aspirações lhe provavam a alma. Às vezes podia ouvir a voz de Cristo no fundo do seu coração, mas ficava incerta, com receio de estar sendo vítima de alguma ilusão; depois, porém, se tranquilizava: “Eu notava que Jesus só me falava ao coração quando tudo estava absolutamente calmo”.Em uma ocasião, Nosso Senhor mostrou-lhe um caminho cheio de espinhos pelo qual Ele tinha passado, manifestando o desejo de que ela O seguisse. Para ajudá-la, deu-lhe Sua Mãe Santíssima.
Quando soube que Santa Margarida Maria havia feito um voto de perfeição, Dina imediatamente tomou a resolução de fazer em todas as ocasiões o que era o mais perfeito, embora não tivesse autorização para se obrigar por um voto formal. “Parecia-me que fazer algo menos perfeito seria sinal de um amor tíbio”, escreveu ela.
Diante da dúvida sobre qual comunidade religiosa deveria escolher, o próprio Jesus lhe comunicou: “Quero que você entre na Congregação das Religiosas de Jesus e Maria”. Tinha sido fundada na França, em 1818, por Santa Claudine Thévenet, dedicada à educação das jovens. Ali foi recebida como noviça em 15 de fevereiro de 1922, adotando o nome de Maria Santa Cecília de Roma. Em 15 de agosto de 1923 fez a profissão religiosa, recebendo a incumbência de ensinar a arte musical para as alunas da Congregação.
Grandes experiências místicas
Antes de entrar na plena alegria da união com Cristo, nos albores da sua vocação, ela tinha sentido o tormento da “noite escura da alma”. Entretanto, nesse período de provações fortaleceu-se sua vocação e recebeu diversas graças, entre as quais a de um rompimento tão profundo com seu passado, que ela se sentia como se tivesse morrido e nascido novamente.
Nos primeiros tempos de sua vida de religiosa, Dina recebeu por duas vezes uma singular graça de amor: numa experiência mística, ela “viu” Jesus levar seu coração e deixar o dEle em seu lugar. Depois, já professa, ela “viu” mais uma vez Jesus mostrar-lhe seu coração, que Ele havia levado para Si, queimá-lo todo no altar de Seu amor, bem como ela mesma, e soprar sobre as cinzas, fazendo- as desaparecer, e ficando Ele próprio em seu lugar.
Jesus avisou-lhe ainda que ela morreria em 15 de agosto de 1924, exatamente um ano depois de sua profissão. Quando chegou esse dia, ela não morreu fisicamente, mas Ele deu- lhe a entender que misticamente havia morrido para este mundo e sua união eterna com Ele tinha começado.
Em 3 de outubro desse mesmo ano, foi-lhe permitido fazer o tão almejado voto de perfeição. Numa linda formulação, prometeu a Jesus fazer, em qualquer circunstância, tudo do modo mais perfeito, nos pensamentos, desejos, palavras e ações. Ela se entregou a Deus com confiança e com plena consciência de sua própria fragilidade.
É Cristo que vive e fala em Dina
Depois dessa data, tendo Dina “desaparecido”, é somente a voz de Cristo que domina sua autobiografia. Ele lhe fala com uma ternura tocante e nela encontra a maior receptividade possível.
Certo dia, na festa do Nome de Jesus – que ela considerava a sua festa, uma vez que tinha sido substituída por Cristo – escrevia: “Desde o meio-dia, o meu doce Mestre me tem atraído a Si com uma ternura inefável… Depois do meu exame de consciência, notei que estava gozando da presença sensível de Jesus. E Ele me disse delicadamente: ‘Em honra da minha festa!’ Oh! Quanto eu gostaria poder pôr em palavras a doçura de Jesus!”.
Muitas vezes, antes de entregar- -lhe Seu cálice ou Sua cruz, para que ela sofresse com Ele, pedia o consentimento dela com Sua costumeira gentileza: “Aceita?”. De um modo que a deixava sem palavras de tanto amor: “O sofrimento de meu Coração é o martírio do amor; e é isto, minha pequena esposa, que estou lhe dando”.
Jesus falava-lhe da necessidade de que seus sacerdotes tenham uma perfeita vida interior: “Meus sacerdotes… Oh! Quanto os quero! Eu os chamo a serem outros Cristos, a serem réplicas minhas. [...] Ofereça a meu Pai, por meus sacerdotes, o espírito de oração do Meu Coração, o Meu espírito de oração, a perfeita união do meu Coração com Ele. Isto é o que falta à maioria dos meus sacerdotes: espírito de oração e uma intensa vida interior. [...] Demasiados religiosos e almas sacerdotais não compreendem que os sacrifícios que lhes peço são chamas de amor que vão se desprendendo de meu Divino Coração para os arrastar e santificar seu humano coração”.
Pela pena de Dina, Jesus se manifestava à humanidade, esquecida de seu amor: “Meu Coração está tão transbordante de amor pelas almas que já não consegue mais segurar as torrentes de graças que Eu gostaria de derramar sobre elas: mas a maioria das almas não quer ter nada a ver com o meu amor…”.
“As almas ficam tristes na medida em que se distanciam de Deus. O grande desejo do meu Pai, e o meu, é de ver todas as almas felizes, ainda nesta terra”.
Um cântico de amor
Dina faleceu no dia 4 de setembro de 1929, apenas sete meses antes de completar a “idade perfeita”, em que Cristo entregou Sua vida por nós na Cruz: 33 anos. Nos sofrimentos da enfermidade que a levou à morte – a tuberculose -, Jesus aceitou seu oferecimento como vítima, colhendo- a em tão jovem idade.
Em seus últimos escritos, de julho de 1929, num “cântico de amor”, Nosso Senhor abraça, por meio dela, a humanidade inteira:
“Nenhuma invocação responde melhor do que esta ao imenso desejo de meu Coração Eucarístico de reinar nas almas: ‘Coração Eucarístico de Jesus, venha o Vosso reino, pelo Imaculado Coração de Maria’. E ao meu infinito desejo de comunicar minhas graças às almas, nenhuma invocação responde melhor do que esta: ‘Coração Eucarístico de Jesus, abrasado de amor por nós, abrasai nossos corações de amor a Vós'”.
A Irmã Maria Santa Cecília de Roma foi beatificada em 20 de março de 1993, por João Paulo II, e seus restos mortais repousam na nova capela da comunidade de Sillery, em Quebec.
1.Todas as citações em itálico, entre aspas, foram extraídas de BÉLANGER, Dina. Autobiography. Edition revised and update. 3a. ed. Atelier Rouge: Quebec, 1997.
(Revista Arautos do Evangelho, Set/2009, n.93, p. 32 à 35)
O Papa João Paulo II beatificou Dina Belanger, uma mulher canadense muito devota do Santíssimo Sacramento. Quando ela ia para a  adoração, Jesus lhe mostrava multidões de almas à beira do inferno. E depois de sua hora santa, ela via essas almas nas mãos de Deus. Jesus lhe fazia entender o valor de uma hora santa é tão grande que leva multidões de almas da beira do inferno às portas do Céu. (tradução do texto original, em espanhol, p.25-26).

domingo, 17 de agosto de 2014

Uma mulher no céu foi vista

Uma mulher no céu foi vista (bis)
De doze estrelas coroadas,
Toda vestida de sol
E com a lua calçada

1.Na mais terrível intriga
Entre a serpente antiga
E esta frágil mulher,
Todo poder deste mundo,
Portanto um ódio profundo,
Parece vitória ter.

2.Os poderosos da terra
Vão semeando a guerra;
É o batalhão do dragão.
Todo de ouro enfeito,
Com seu dinheiro roubado,
Tenta iludir os cristãos.

3.A mulher é a igreja,
Sua força é a fraqueza, 
Poder de Deus é assim:
Neste mundo desterrada,
Sempre a marchar sem parada
Pras regiões do sem-fim.

4.Salve, ó Virgem Maria, 
Da igreja modelo e guia,
Mãe desta grande mestiça!
A graça do Cristo, teu Filho,
E a força do Santo Espírito
Façam reinar a justiça.

Canto de entrada CD: Festas Liturgicas III, faixa 2 - Paulus

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Assunção de Nossa Senhora

Assunção de Nossa Senhora, a Mãe de Deus

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição ApostólicaMunificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!
http://santo.cancaonova.com/santo/assuncao-de-nossa-senhora-a-mae-de-deus/

MISERICÓRDIA: “PERDOAI-VOS UNS AOS OUTROS”

FAZER A VIDA AMÁVEL
5. MISERICÓRDIA: “PERDOAI-VOS UNS AOS OUTROS”
Uma balança mal equilibrada
Um bom amigo me dizia: “Adquiri o hábito de rezar todas as noites o comecinho do Salmo 51, e me faz muito bem:  Ó, Deus, tem piedade de mim, conforme a tua misericórdia; no teu grande amor, apaga o meu pecado. Lava-me de toda a minha culpa, e purifica-me do meu pecado”.
Senti vontade de imitá-lo, e não me estranharia que você a sentisse também.
É tão comovente a misericórdia de Deus! Basta lembrar a parábola do filho pródigo, esse retrato de Deus que, ao menor aceno de arrependimento, corre ao nosso encontro, abraça-nos e nos cobre de beijos, organiza uma festa e nos concede o lugar de honra em sua casa. (Cf. Lc 15, 20-24).
Deus é assim. Na sua Encíclica sobre a misericórdia, São João Paulo II dizia: «A misericórdia, como perfeição de Deus infinito, é também infinita. Infinita, portanto, e inexaurível é a prontidão do Pai em acolher os filhos pródigos que voltam à sua casa» (Dives in misericórdia, n. 83).
O Papa Francisco, pregoeiro incansável da misericórdia divina, frisa na sua encíclica sobre a alegria do Evangelho: «Insisto uma vez mais: Deus nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia [...]. Ele permite-nos levantar a cabeça e recomeçar, com uma ternura que nunca nos defrauda e sempre nos pode restituir a alegria» (Evangelii Gaudium, n. 3).
No mesmo sentido, São Josemaria escrevia: «Deus não se escandaliza dos homens. Deus não se cansa com as nossas infidelidades. Nosso Pai do Céu perdoa qualquer ofensa quando o filho volta de novo para Ele, quando se arrepende e pede perdão. » (É Cristo que passa, n. 64).
Sendo assim, é natural que o Senhor nos mande: Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6,36); e que nos ensine a rezar, de coração sincero: Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos têm ofendido, acrescentando a seguir umas palavras que nunca deveríamos esquecer: Porque, se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará (Mt 6,13-15).
Catecismo da Igreja comenta incisivamente essa última frase: «Ora, isso é tremendo, este mar de misericórdia não pode penetrar no nosso coração enquanto não tivermos perdoado aos que nos ofenderam. Recusando-nos a perdoar…, o nosso coração… se torna impermeável ao amor misericordioso do Pai» (n. 2840).
Que acha? Não lhe corre um certo arrepio pela alma? Sim, a verdade é que adoramos ser perdoados mas, muitas vezes, não queremos perdoar. A balança do nosso amor anda desequilibrada, e convém muito que procuremos nivelá-la. Vale a pena meditar nisso.
Se sete vezes no dia te pedir perdão…
Deus não se cansa. Nós nos cansamos. Como é fácil dizer “chega!” e ficar guardando mágoa, ressentimento, ânsias de revidar, e até de excluir a pessoa do nosso convívio. “Se ele (se ela) vai a esse jantar, eu não vou”. “Não quero que apareça mais aqui em casa”. “Essa pessoa, nem a cumprimento, nem olho para ela”. Pode ser Natal, pode ser um aniversário, pode ser uma comemoração propícia para o congraçamento da família, que o coração rancoroso se manterá trancado com sete ferrolhos.
Você dirá, talvez: “Mas Jesus fala do filho pródigo, que se arrependeu”… E também diz: Se teu irmão pecar sete vezes no dia contra ti e sete vezes no dia vier procurar-te dizendo: “Estou arrependido”, lhe perdoarás (Lc 17,4). Fala de perdoar aos que se arrependem, aos que pedem perdão. E se não pedem?
Está bem. Neste capítulo, vamos ficar pensando apenas nos que nos pedem perdão. No capítulo seguinte, meditaremos sobre como devemos perdoar os que não se arrependem.
Se te pedir perdão
Para começar, citaremos outro trecho do Evangelho, que fala dos “limites sem limite” do perdão: Então, Pedro se aproximou dele e disse: “Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão?” Até sete vezes? Respondeu Jesus: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt .18,21-22).  Multiplica por setenta o número sete que São Lucas menciona, como víamos acima. Em ambos os casos o sentido é o mesmo: como sete é o número bíblico que indica o infinito, Jesus ensina que é preciso perdoar sempre.
Se vier procurar-te dizendo: “Estou arrependido”… Você entende bem isso? Será que compreendemos esse pedido de perdão quando não é dito verbalmente  (“me perdoe”, “desculpe”, “falei sem pensar, não queria dizer isso”…).  Porque há formas silenciosas de pedir perdão, que devem ser captadas e aceitas de coração aberto. Pode ser um belo pedido de perdão, por exemplo, um olhar afetuoso e humilde, uma palavra carinhosa, uma atitude solícita que mostra o desejo de se aproximar e reparar o erro cometido. Vamos fechar o coração? Vamos ser uma espécie de “monarcas” que só perdoam se a pessoa cai a seus pés, suplicando: “Perdão”?
Deus não age assim. É tocante, na parábola do filho pródigo, ver o filho perdido se aproximando da casa paterna enquanto ensaia, medroso, o que vai falar: Irei a meu pai e lhe direi: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti, já não sou digno de ser chamado teu filho. E contemplar depois o pai, que mal avista o filho corre ao seu encontro e nem deixa que complete a fala. As palavras do filho ficam abafadas dentro de um abraço (Cf. Lc 15, 17-24).
Este é o espírito de Cristo. Este deve ser o espírito cristão. O que ensina São Paulo: Sede uns com os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo (Ef 4,32). Como viver isso?
Uma dificuldade
Não é raro que muitos digam, constrangidos: “Entendo… Deveria ser assim. Mas não consigo... Não consigo esquecer nem perdoar. 

Se temos essa dificuldade, leiamos com atenção o que diz o Catecismo da Igreja, ao comentar o pedido de perdão do Pai-nosso: «Não está em nosso poder não mais sentir e esquecer a ofensa; mas o coração que se entrega ao Espírito Santo transforma a ferida em compaixão e purifica a memória, transformando a ofensa em intercessão» (n. 2843). Que esclarecimento nos traz esse texto? Quatro.
─ Primeiro. Não depende de nós, «não está em nosso poder não mais sentir e  esquecer a ofensa». Não confundamos “sentir” com “querer”, e não esqueçamos que o autêntico amor está na vontade – no querer – e não nos sentimentos. Mesmo tendo dificuldade “emotiva” para limpar de rancor o coração, podemos dar a Deus todo o nosso querer: “Meu Deus, eu quero mesmo perdoar, me ajude!” Se essa atitude for bem sincera, já estamos perdoando de todo o coração (Mt 18,35), porque estamos “entregando” o coração (com um ato da nossa boa vontade) “ao Espírito Santo”, que é o Amor em Pessoa.
Segundo. O Catecismo convida-nos a «transformar a ferida em compaixão». Compaixão, logicamente, não é desprezo (“não sinto raiva, sinto pena desse pobre coitado, que não vale nada…”). Compaixão é perceber que toda falta faz mal, antes de mais, a quem a comete. É uma ferida que se faz a si mesmo, e que deve mover-nos a agir como o bom samaritano: ajudar a curá-la (Cf. Lc 10, 33-35). Como? Esforçando-nos por ser acolhedores, não remexendo na ferida, tendo a iniciativa criativa de praticar pequenos atos de bondade. São João Paulo II dizia: «O amor misericordioso, por sua essência, é um amor criador» (Dives in misericordia, n. 88). Num clima criativo de atos bons, a bondade dos outros desabrocha.
Terceiro. «Purifica a memória». Sabe qual é o melhor “método” para isso? Bastam, poucas palavras. Medite devagar o que aconselha Caminho: «Por maior que seja o prejuízo ou a ofensa que te façam, mais te tem perdoado Deus a ti» (n. 452).
Quarto. «Transformar a ofensa em intercessão», ou seja, em oração de petição pela pessoa que nos ofendeu. Proponha-se, por exemplo, fazer o seguinte: “Sempre que me lembrar do que me fez, sempre que pensar nessa pessoa, vou rezar uma Ave Maria por ela”.
Assim, pesar das nossas fraquezas, viveremos o ideal que São Paulo pede a todos os cristãos: Não te deixes vencer pelo mal, mas triunfa do mal com o bem (Rm 12,21).
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Programação do CONSAGRA-TE

Programação:
Local: Salão da Paróquia do Mártir São Sebastião
Endereço: Praça Major Domingos de Carvalho, 46 – Centro – Varginha (MG)
Horário das aulas:
Ø  Sábados: das 13h30 às 17h
Ø  Domingos: das 7h40 às 11h30
       ATENÇÃO: quando as aulas forem aos domingos, iniciaremos a formação com a Santa Missa às 6h30.
       Para os que não puderem participar da missa, favor estar no local às 7h40.
Avisos importantes:
  1. Considerando nosso corpo Templo do Espírito Santo, pedimos o uso de trajes modestos e dignos.
Ø  Para os homens não é permitido o uso de bermudas, shorts e camisetas regatas.
Ø  Para as mulheres não é permitido o uso de blusas decotadas, transparentes e de alcinhas; vestidos curtos, decotados e justos; calças justas e principalmente: as calças leggings; assim como saias e shorts curtos.
  1. Levar Bíblia, terço de Nossa Senhora, caderno e caneta para anotações.
  2. No local será oferecido café e lanche.
  3. Pedimos uma contribuição mensal de R$7,00 para pagar as despesas com o evento.
  4.  Para participar das aulas é fundamental adquirir o livro: Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, de São Luís Maria Grignion de Montfort.
  5. O livro pode ser encomendado na Livraria Nossa Senhora Aparecida – Tel: 35 3067-3735 ou 35 8702-4006
  6. Contatos: Coordenação do Consagra-te em Varginha
Claudinei Aparecido de Camargo – 9226-9800
Leila Cristina Silva de Souza – 8812-2408/9241-8074


CALENDÁRIO DAS AULAS:
Dias
Conteúdo
30 de agosto (sábado)
.Vida de São Luís Maria G. de Montfort
Os 4 aspectos do Tratado
31 de agosto (domingo)
.Capítulos 1 e 2 do TVD
06 de setembro (sábado)
.Capítulos 3 e 4 do TVD
27 de setembro (sábado)
.Capítulos 5 e 6 do TVD
25 de outubro (sábado)
.Capítulos 7 e 8 do TVD

29 de novembro (sábado)
.Cont. do capítulo 8 do TVD
.Lançamento da Campanha Modéstia na Santa Missa.

30 de novembro (domingo)
.Explicação da Consagração (objetos)
.Lançamento da Campanha de Oração para os sacerdotes.
06 de dezembro (sábado)
.Preparação para o dia da missa: ensaio da Consagração e etc.
12 de dezembro (sexta-feira)
.Missa (Consagração Total a Jesus pelas mãos de Maria).


FONTE: