segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Campanha da Fraternidade 2014

Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).
 
FONTE: CNBB
 

domingo, 29 de setembro de 2013

O ÍNCRÍVEL MILAGRE DE JUSTIN BOUHORT




O 11 de fevereiro de 1858 foi um dia de problemas dolorosos para a família de Santa Bernadette, não se diferenciando muito dos outros.

O pai da Santa, Francisco Soubirous, saíra cedo à procura de um ‘bico’. Na casa não havia o que comer. Após muito tentar, achou um que arrepiou sua honra de dono de engenho: carregar o lixo hospitalar do posto de saúde de Lourdes e queimá-lo fora da cidade, numa gruta onde, por vezes, se guardavam porcos.

O nome da gruta era Massabielle.

Francisco ganhou vinte “sous” (=tostões). Com eles, a engenhosa Louise preparou uma sopa para o almoço da família.

Enquanto Francisco estava fora, Louise, a mãe de Santa Bernadette, que ficara na casa, ouviu os gritos lancinantes da vizinha Croisine Bouhort. Ela a chamava desesperadamente.

Seu filhinho Justin que NASCERA RAQUÍTICO, AGONIZAVA MAIS UMA VEZ. A família, aliás, já costurava as roupas com que na região são enterradas as crianças. Mas a paciência e o tato materno de Louise, em mais de uma oportunidade impedira o desenlace fatal do bebê. E naquele dia de privações, Louise fez ainda o prodígio de manter em vida a criancinha doente.

Não muitos dias depois, Croisine Bouhort num outro momento de desespero, tocada pela graça, fugiu CORRENDO COM A CRIANÇA QUE MORRIA E A IMERGIU NA FRIA FONTE DA GRUTA DE LOURDES, enquanto todos tentavam dissuadi-la.

A intuição sobrenatural materna estava certa, e Justin FOI UM DOS PRIMEIROS MIRACULADOS DE LOURDES.

75 anos depois, em 8 de dezembro de 1933, Justin Bouhort, vigoroso horticultor com 77 anos de idade assistiu, na Praça de São Pedro em Roma, à canonização de Santa Bernadette pelo Santo Padre o Papa Pio XI.

-- "Graças à fé de minha mãe", repetia ele.




quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Maria, a escolhida


Salvador do mundo quisestes que Maria estivesse ao pé da cruz, para vos assistir, concedei-nos sua presença de Mãe nas provações desta vida e por seu auxílio, a esperança da vitória. Senhor ressuscitado, que venceste a morte ao terceiro dia e aparecestes á vossa Mãe e aos discípulos, enchendo-os de alegria, dai-nos a perseverança final, a visão de vossa face e a feliz ressurreição no ultimo dia. Amém.
Padre Fernando dos Reis de Melo,SSS

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Somos parentes próximos de Jesus

Por Frei Almir R. Guimarães, OFM

Jesus estava sempre cercado de muitas pessoas. Lucas, no texto hoje proclamado, observa que a mãe do Senhor e seus parentes queriam falar com ele, mas não podiam chegar até ele devido à multidão. Alguns chegaram a Jesus dizendo que eles estavam querendo ter com ele. Conhecemos essa palavra de Jesus que costuma causar estranheza: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus”. O texto evangélico dá a impressão que Jesus não a devida atenção à mãe e aos parentes.

Na medida em que não vivemos para nós mesmo, mas em que nos colocamos como que “suspensos” à voz do Senhor passamos a ser ouvintes de Palavra. E a Palavra é como a semente. Esta e aquela morrem no solo e no coração para produzir fruto. Maria, a mãe de Jesus, antes de gera-lo na carne, concebeu-o em seu interior com o seu fiat, o seu faça-se em mim segundo a sua palavra. Da mesma forma cada discípulo de Jesus que se faz ouvinte atento da Palavra da Escritura, das falas do Senhor no fundo da consciência, dos sinais que ele nos da através dos irmãos que nos cercam se torna próximo de Jesus. A palavra-semente morre em seu interior e dá fruto. Quem ouve a palavra e a põe em prática torna-se mãe e irmão de Jesus Os que querem segui-lo são convidados a ouvir a Palavra que lhes mostra o caminho. A audição da Palavra e sua acolhida nos torna íntimos do Senhor… Assim os ouvintes adotam a postura de Maria: levam tudo ao fundo do coração.

Transcrevemos algumas linhas de Francisco de Assis em sua Carta aos Fieis: “Quão bem-aventurados e benditos são aqueles e aquelas que ao fazerem tais coisas (amor a Deus e ao próximo, recepção do Corpo e Sangue do Senhor), e nelas perseverarem porque pousará sobre eles o espírito do Senhor (cf. Is 11,2) e fará neles habitação e um lugar de repouso (cf Jo 14,23; e são filhos do Pai (cf. Mt 5,45) celestial, cujas obras realizam, e são esposos, irmãos e mãe (cf. Mt 12, 50) de Nosso Senhor Jesus Cristo. Somos esposos, quando a alma fiel se une pelo Espírito Santo a Nosso Senhor Jesus Cristo. Somos seus irmãos quando fazemos a vontade do Pai que está nos céus (Mt 12,20). Somos suas mães quando o trazemos em nosso coração e em nosso corpo (cf. 1Cor 6,20) através do amor divino e da consciência pura (1Tm 3,9) e sincera e damo-lo à luz por santa operação que deve brilhar (Mt 5, 16) como exemplo para os outros”. T

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Algumas frases de Pe. Pio de Pietrelcina


Como Jesus, preparemo-nos a duas ascensões: uma ao Calvário e outra ao Céu. A ascensão ao Calvário, se não for alegre, deve ao menos ser resignada! (Padre Pio)

 Nas tentações, combata com coragem! Nas quedas, humilhe-se mas não desanime! (Padre Pio)

 No tumulto das paixões terrenas e das adversidades, surge a grande esperança da misericórdia inexorável de Deus. Corramos confiantes ao tribunal da penitência onde Ele, com ansiedade paterna, espera-nos a todo instante. (Padre Pio)

 Que o Espírito Santo guie a sua inteligência, faça-o descobrir a verdade escondida na Sagrada Escritura e inflame a sua vontade para praticá-la.(Padre Pio)

 Se tanta atenção é dada aos bens desta Terra, quanto mais se deve dar aos  do Céu. Faça, portanto, uma boa leitura espiritual, a santa meditação, o exame de consciência, e fará progresso na perfeição cristã e no amor de Jesus.(Padre Pio)

 O amor e o temor devem sempre andar juntos. O temor sem amor torna-se covardia. O amor sem temor torna-se presunção. (Padre Pio)

 Não se desencoraje se você precisa trabalhar muito para colher pouco. Se você pensasse em quanto uma só alma custou a Jesus, você nunca reclamaria!(Padre Pio)

 Que Maria seja toda a razão da sua existência e o guie ao porto seguro da eterna salvação. Que Ela lhe sirva de doce modelo e inspiração na virtude da vsanta humildade.(Padre Pio)

 Se quisermos colher é necessário não só semear, mas espalhar as sementes num bom campo. Quando as sementes se tornarem plantas, devemos cuidá-las para que as novas plantas não sejam sufocadas pelas ervas daninhas.(Padre Pio)

 Não se aflija a ponto de perder a paz interior. Reze com perseverança, com confiança, com calma e serenidade. (Padre Pio)

 É difícil tornar-se santo. Difícil, mas não impossível. A estrada da perfeição é longa, tão longa quanto a vida de cada um. O consolo é o repouso no decorrer do caminho. Mas, apenas restauradas as forças, é necessário levantar-se rapidamente e retomar a viagem! (Padre Pio)

 O mal não se vence com o mal, mas com o bem, que tem em si uma força sobrenatural. (Padre Pio)

 A mulher forte é a que tem temor de Deus, a que mesmo à custa de sacrifício faz a vontade de Deus. (Padre Pio)

 Anjo de Deus não nos abandona jamais. (Padre Pio)

 Somente por meio de Jesus podemos esperar a salvação.(Padre Pio)

 O Senhor nos dá tantas graças e nós pensamos que tocamos o céu com um dedo. Não sabemos, no entanto, que para crescer precisamos de pão duro, das cruzes, das humilhações, das provações e das contradições. (Padre Pio)

 "Devo fazer somente a vontade de Deus e, se lhe agrado, o restante não conta." (Padre Pio)
 
fonte: Internet

 

Oração a Nossa Senhora do Bom Parto

 

Nossa Senhora do Bom Parto, protetora das gestantes, ajuda-me durante toda a minha gestação, zelando por mim e por meu filho. Que eu sinta muita alegria durante toda a gravidez. Que saiba educar meu filho segundo os mandamentos cristãos. Nossa Senhora do Bom Parto, intercede junto de Deus-Pai para que eu possa receber meu filho em um ambiente agradável, cercado com carinho. Ensina-me a agradar a Deus por esta vida que está se formando e que entrego de coração em tuas mãos protetoras. Nossa Senhora do parto. Dá-me graça de ter um parto feliz. Faz com que meu filho nasça com saúde, forte e perfeito. Nossa Senhora do Bom Parto, roga por mim e por todas as gestantes. Amém.


Elam de Almeida Pimentel

domingo, 22 de setembro de 2013

Oração de Arrependimento

Senhor Jesus, unidos, queremos falar bem de perto ao vosso coração, neste momento. Queremos ter vossa vida em nós e caminhar nos vossos caminhos. Queremos ver vossa presença sempre continuada em nosso meio e na igreja. Queremos estar sempre assim perto de vosso coração e na vossa amizade. E, para ter isso, queremos insistir agora para que, pela vossa graça, muitos jovens seja chamados a viver na doação total a vós e no serviço ao Povo de Deus. Que tenhamos sacerdotes, religiosos e ministros santos, para que sintamos vossa presença de amor, vossa paz e salvação! Nós o pedimos com muita confiança, pela intercessão da Virgem Maria, vossa e nossa Mãe, avós que viveis e reinais com o Pai, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Enviai, Senhor, operários à vossa messe, pois a messe é grande e poucos os operários!


Missão Redentoristas

domingo, 15 de setembro de 2013

Cruzes do mundo, as cruzes da vida religiosa

Pensa-se comumente no mundo, dizia-me, que nada temos que sofrer ou que são somente sofrimentos pueris, e dizem mesmo: "Ora! As cruzes que encontram no século, essas sim, merecem o nome de cruzes!"
"É verdade que no mundo há grandes e pesadas cruzes... As da vida religiosa são alfinetadas diárias, a luta se trava em campo bem diverso; é preciso combater, destruir-se a si mesma, e é nisso que se ganha vitórias. Quantas almas, cuja coragem viril e fortaleza de ânimo causavam a admiração, ao perderem pais, filhos, e que diante das cruzes da vida religiosa acham-se muitas vezes desanimadas. Verifiquei aqui, que as naturezas mais fortes, aparentemente, são nessas coisinhas, as mais suscetíveis de abatimento, tanto é verdade que a maior vitória é vencer-se a si mesmo..."
Oh! respondi-lhe, a renúncia nas pequenas coisas é muito difícil, jamais a conseguirei! Tomo boas resoluções, vejo claramente o que preciso fazer, depois, na primeira ocasião deixo-me vencer; é mais forte do que eu.
Vós vos abateis tão facilmente porque não pacificais vosso coração de antemão. Quando estais exasperada contra alguém, o meio de recuperar a paz é rezar por essa pessoa e pedir a Deus que a recompense por fazer-vos sofrer. Acontece, entretanto, que, apesar de todos lhes seria muito prejudicial ter uma virtude sentida. isto é, que elas creiam possuir a virtude e que os outros o reconheçam também".

Santa Tereza de Lisieux

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Música: Maria, Passa na frente

As Sete Virtudes de Maria

1°: Tornar-se humilde como Maria: Maria se lembrava que tudo nela era dom de Deus. Guardava em segredo, mesmo diante de seu esposo, as graças e favores divinos com que era agraciada por Deus. Ela oferecia ao Senhor os louvores que recebia. Ela se comprazia em servir ao próximo e a se colocar sempre em último lugar. Ela não temia o desprezo; ela não foi vista em Jerusalém no Domingo de Ramos, na ocasião em que o povo recebeu seu Filho com todas as honrarias. Mas não teve medo de comparecer ao Calvário, onde foi reconhecida como a mãe de um condenado.

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, rogai por mim quando eu quiser me valorizar diante do próximo, revestindo-me com o manto da vossa humildade. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da humildade."



2°: Amar a Deus e ao próximo como Maria: Cristo nos deu este mandamento: amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração e a teu próximo como a ti mesmo. Maria cumpriu plenamente este preceito. Segundo São Bernardo, o amor de Jesus en-trou como uma espada no coração de Maria e o transpassou de um lado ao outro a fim de que nenhuma dobra e nenhuma prega ficasse sem o ferimento de amor. O coração de Maria tornou-se, então, fogo e chama: fogo por causa do amor que a queimava interiormente e chama resplandecendo no exterior, através da prática da caridade.

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, como em Caná, rogai por mim ao vosso Filho, dizendo-lhe: ” Eles não têm mais amor”, e concedei-me a graça de praticar a caridade, como vós. Que o teu exemplo e a tua doação incondicional me lembre o amor a Deus e ao próximo, quando eu der preferência a mim, dentre os outros. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude do amor."



3°: Acreditar como Maria: Foi pela sua fé que Maria foi proclamada bem-aventurada por sua prima Isabel. Na Paixão de Jesus, os discípulos foram tomados por dúvidas e somente a Virgem Maria se manteve firme na fé. A fé é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, uma virtude. É um dom de Deus, enquanto luz que Ele próprio faz resplandecer sobre a alma. É uma virtude quando a alma a põe em prática. O verdadeiro cristão vive segundo a sua fé. Assim viveu a Virgem Maria.
Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, rogai por mim quando eu duvidar; dai-me olhos que visualizem toda a luz da fé. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da fé."



4°: Esperar como Maria: A esperança nasce da fé. A Virgem Maria demonstrou quão grande era a sua confiança em Deus, plenamente confiante de que Deus preservaria sua inocência, sua honra e sua vida. E mesmo quando ela se viu excluída das hospedarias e constrangida a buscar abrigo num estábulo, e ainda na sua fuga para o Egito, um país estrangeiro e desconhecido e sobretudo nas Bodas de Caná, quando seu pedido foi primeiramente recusado por Jesus, Maria estava confiante de que seu Filho lhe concederia a graça solicitada.

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, vós sois, depois de Jesus, toda a minha esperança, ensinai-me a praticar o abandono, a entrega à Providência Divina. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da esperança."



5°: Castidade de Maria: Deus nos deu, em Maria, o modelo perfeito em relação ao amor de Deus. Maria consagrou-se inteiramente a Deus, abrindo o caminho para muitas outras jovens. No entanto, o chamado evangélico à castidade dirige-se a todos os cristãos, seja qual for seu estado civil. Trata-se de um apelo a não usar o próximo apenas para o seu próprio prazer. A castidade é um modo livre de viver, respeitando o outro.

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, que o vosso nome, pronunciado com confiança, seja o meu recurso quando eu tiver que renunciar às paixões do espírito e da carne, para deixar Deus passar. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da castidade."



6°: Pobreza de Maria: Vemos Maria entrar no Templo não com um cordeiro, que seria a oferenda das pessoas ricas, mas com um par de rolinhas, que constituía a oferenda dos pobres. Havia concordado em desposar José, que vivia exclusivamente do árduo trabalho de suas mãos. Partira para o Egito para salvar seu filho, abandonando tudo o que tinha. Quando a virtude da pobreza nos faz sentir seus espinhos em nossa própria carne, que fonte de consolo encontramos na pobreza de Maria e José!

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, que dizeis, em vosso sublime cântico: Minha alma exulta no Senhor. Dai-me a graça de poder sempre ter a Deus como prioridade na minha vida. E lembrai-vos de ... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da pobreza."


7°: Obediência e paciência de Maria: A Virgem Santa era de tal modo apegada ao Senhor que se intitulou serva do Senhor. Maria, com humildade, viveu sua vida em total adesão à vontade de Deus. Do momento que a mulher do Evangelho, dirigindo-se a Jesus, exclamou: “Feliz o seio que te trouxe ao mundo!”, Jesus respondeu: “Mais felizes são aqueles que escutam a palavra de Deus e a põe em prática”. Naquele episódio, Maria surge como a primeira discípula de seu Filho.

Ó Maria, Virgem Imaculada, Mãe de Deus e nossa Mãe, dai-me a graça de obedecer fielmente à vontade de Deus, de suportar em paz as cruzes e amar a Deus cada vez mais. E lembrai-vos de .... (neste momento, cada um coloca a sua intenção particular)

"Ó Maria, daí-nos a virtude da obediência e paciência."



(Em cada oração, pode-se oferecer uma rosa aos pés de Maria)

Pai Nosso - Ave Maria - Glória ao Pai


ORAÇÃO:

Ó Maria Santíssima, cuja vida é modelo de santidade, fazei que floresça em nossas vidas as tuas virtudes, a fim de que possamos, também nós, alcançar a santidade.


http://vashonorabile.blogspot.com.br/2013/06/as-sete-virtudes-de-maria.html


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Meu Deus e meu Tudo!


Porque de fato não encontro alegria, nem paz, nem felicidade senão nEle.
E como poderemos, de fato, encontrar qualquer contentamento fora dEle e em tudo que não é Ele, pois que Ele é o único Bem, o soberano Bem de nossas almas?
Por isso não se tem o desejo de procurar consolação junto das criaturas, quando se experimentou as consolações do Criador. Do contrário a terra se tornaria uma espécie de paraíso antecipado.
Só sinto prazer naquilo que pode dar glória a Deus, torná-Lo conhecido e amado.
Que Ele me dê um coração terno para com Ele
um coração grande e generoso,
um coração que não busque senão a Ele
não se apegue senão a Ele!
Compreende-se cada vez melhor que Deus é o centro de nosso coração que só Ele pode enchê-lo e torná-lo feliz.
Parece-me que ele se apoderou do meu coração de tal modo, que me seria impossível amar senão a Ele, desejar senão amá-Lo e Lhe ficar cada vez mais unida.
Peço sempre mais a Deus o hábito de sua divina Presença e a união com Ele, pois ele me parece de tal modo o centro de nossa alma, que ela não pode encontrar repouso senão nEle.
Por isso tenho fome de pensar nEle,
de visitá-Lo,
de unir-me a Ele de todas as maneiras possíveis.
Santa Tereza Courdec

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Chegou perto, viu e sentiu compaixão

Por causa do pecado original o olhar que dirigimos aos nossos irmãos está marcado com uma dupla distorção: a distância e a inimizade.

Olhamos para o irmão não como "próximo" e amigo.

Ao vir a este mundo, Nosso Senhor nos trouxe um outro olhar.

Na cruz, Jesus olha para nós, seus inimigos (cf. Rom 5, 10), e reza: "Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem." (Lc 23, 34).

É Ele o verdadeiro Bom Samaritano que se fez próximo da humanidade e, com misericórdia, cuidou de nossas feridas. Aboliu a inimizade e a distância entre samaritanos e judeus.

Na batalha espiritual que nós cristãos vivemos, devemos aprender de Jesus este olhar espiritual e compassivo. Nosso irmão não é nosso inimigo, mesmo que ele nos persiga.
 
Inimigos são os anjos decaídos. Nossos irmãos são suas vítimas. E nós cristãos os enfermeiros.
 
Como bons samaritanos, enfermeiros da humanidade, joguemos sobre suas feridas o óleo reconfortante do amor de Deus e o vinho vigoroso do desafio à conversão.
 
Nossos irmão não são nossos inimigos. Nem mesmo os católicos liberais apóstatas. Eles querem fazer o "milagre" do anticristo e transformar o vinho robusto do evangelho na água insípida do acordo com o mundo.

Mas também eles são vítimas dos embustes demoníacos.

Sejamos seus enfermeiros, jogando sobre suas feridas o óleo do amor e o vinho do desafio para que se convertam. T

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Virgem Maria na contemplação de Francisco e Clara



Por Frei Regis Daher, OFM.

• Toda pessoa tem uma dimensão contemplativa: aceitação da vida, ação que nos transforma para a vida. Deus é o agente de nossa dimensão contemplativa.

• Nascemos humanos: “humano” é ser que desperta para a presença de Deus; sintonia para enxergar a razão de todas as coisas e sentir a relação com os seres.

• “Acender a luz dos olhos e do coração”; o despertar, dentro e ao redor de cada um, para o tempo, o meio, a vida, as pessoas que cada dia nos encontram e nos transformam.

• Essa transformação vai nos unindo a Deus que, respeitando nossa individualidade, vai nos transformando em Cristo.

• O último passo da contemplação: Deus nos torna colaboradores seus no anúncio desta transformação e realização, comunicando à cada pessoa esta nova vida recebida.

• Todos esses passos aconteceram na vida de Maria, “a Virgem feita Igreja”.

• Francisco e Clara, pela contemplação de Maria, refizeram este caminho em suas vidas.

PEQUENOS E FRACOS COMO A VIRGEM MARIA

• Deus resolveu começar tudo com uma mulher, jovem, solteira, pobre, noiva de um carpinteiro, moradora de um vilarejo tão miserável que nem constava dos mapas de Israel. Uma criatura para a qual nenhum poderoso iria olhar.

• O Deus da Bíblia trabalha, com predileção, justamente com o pobre, o pequeno, o fraco, o desprezado. Seu Filho seria o filho desta mulher, uma mulher pobre numa aldeia no fim do mundo. Os auxiliares imediatos de seu filho seriam pescadores por quem ninguém daria nada.

• É fundamental entendermos esse sentido de ser virgem: não pertencer a ninguém, não contar nada como elemento constituinte do povo, não ser nada. É disso que Deus precisa para começar a fazer um contemplativo, porque é dessa massa que Ele faz um Cristo.

• Essa pobreza, esse “nada” da Mãe de Jesus é importante na contemplação de Francisco e Clara, que exatamente aí fundamentaram toda sua vida de recolhimento e ação. Ser pobre de tudo para ser rico de Deus, como Maria, era o grande sonho de Francisco e Clara e a realização de sua alegria.

UNIDOS AO ESPÍRITO COMO MARIA

• Essa virgem de Nazaré era mais uma figura do Povo, paralela daquela menina enjeitada, símbolo de Jerusalém, que alguém tinha jogado no lixo da cidade e estava para ser devorada pelos corvos se Deus não a recolhesse, como disse o profeta Ezequiel (Ez 16, 1-15). É Maria, símbolo da Esposa bíblica que é o miserável povo de Israel, que Deus convidou para ser Mãe unindo-se ao seu próprio Espírito.

• A história dessa enjeitada que virou rainha é a história de cada um dos contemplativos: o Espírito de Deus age como um vento irresistível, construindo Maria dentro de cada um. Maria do silêncio, que sabia “conferir as coisas em seu coração” (Lc 2,52): é a visão contemplativa que abrange o mundo.

• Francisco e Clara contemplam Maria em integração perfeita com a Santíssima Trindade: filha, mãe e esposa. Antífona do Ofício da paixão: “Santa Virgem Maria, não há mulher nascida no mundo semelhante a vós, filha e serva do altíssimo Rei e Pai celestial, Mãe de nosso santíssimo Senhor Jesus Cristo, esposa do Espírito Santo”.

• Contemplação toda pelos olhos e extremamente concreta, objetiva. A Maria que Francisco e Clara conhecem não tem nada de teorias e não se perde no mundo dos conceitos: é um espelho prático em que enxergam a atuação do Espírito de Deus. Assumem as atitudes de Maria frente a Deus, e como ela, concebe, gera e dá a luz à Palavra de Deus, dando-lhe vida e forma.

• Porque a devoção de Francisco e Clara para com Maria foi justamente essa: aprender a acolher o Cristo para dá-lo à luz do mundo, com eles e em sua casa, Maria se tornou Mãe de toda a família franciscana.

MÃE DA HUMANIDADE COMO MARIA

• Maria gerou o corpo de Jesus de Nazaré e gera o espírito de cada um dos filhos de Deus até ficarem parecidos com o Primogênito de Deus. É através dela que cada um e todos juntos constituem o Cristo Místico, em seu Corpo, a Igreja.

• Maria mostra como se humaniza Deus e se diviniza o homem. Nela, a humanidade acolheu Deus e nela Deus é humanidade. Aquele pequenino envolto em fraldas, aquela criança com as feições de Maria, que com ela aprendeu a falar e a andar é Deus feito homem, transformação da história dos homens.

• Francisco e Clara contemplavam em Maria o mistério da encarnação, sem separar Jesus de sua Mãe. Porque, sem essa mulher, o Cristo seria um maravilhoso salvador sem bases históricas (humanidade), pois é nela que se encontram a divindade e a humanidade.

• Clara se comove porque “tão grande e glorioso Senhor quis descer ao seio da Virgem” (1Ct IP, 19). Francisco transborda de reconhecimento pela mulher que tornou possível a descida de Deus e da qual “recebeu verdadeiramente, em seu seio, o corpo da nossa frágil humanidade” (C.Fiéis 1,4).

NA MISSÃO DE DEUS COM MARIA

• A contemplação da vida de Maria parece ter alimentado toda a vida evangélica de Francisco e Clara: ela foi a primeira criatura humana a acolher o Reino de Deus. Essa é a base de toda a missão, pois Maria ensina tanto a acolher o Reino de Jesus como a fazê-lo nascer no coração de cada um.

• Francisco recordava Nossa Senhora como uma missionária percorrendo estradas com Jesus e os apóstolos. Ele a via pobre como Jesus, mas também como senhora e rainha como seu Filho sera rei e senhor. Maria, nossa irmã, representou toda a humanidade acolhendo a Redenção.

• Francisco e Clara plantaram entre seus filhos e filhas a convicção do Reino no coração dos desprotegidos, justamente por serem tão unidos à Mãe do Povo de Deus. Foi Maria quem os ensinou a partir do vazio da pobreza, unir-se a Deus no mais perfeito amor e ser “mães” de cada um dos pequenos seguidores de Jesus, ricos do seu sonho do Reino da Boa Nova. Esse sonho é possível a todos, porque na verdade o Reino de Deus começa no coração de cada um.

CONCLUSÃO

• Da contemplação de Maria, Francisco e Clara descobriram um caminho, um modo de ser e de viver. Minha vida de oração/contemplação está me conduzindo por um caminho de comunhão mais verdadeira com Deus, com as pessoas e com as criaturas?

• A oração/contemplação conduz necessariamente à conversão, ao seguimento e à configuração com Cristo. Ele está vivendo em mim? Sou capaz de descobri-lo, servi-lo e amá-lo nas pessoas e situações todas da vida.

• Minha vida é um “espelho” que reflete a vida e a presença do amor de Deus? Como está meu testemunho de Cristo? T

O que é "ser rico" diante de Deus?

Posted: 04 Aug 2013 08:03 PM PDT

Por Franbezant, OFMConv.

"O que hei-de fazer? Onde encontrarei que comer? Que vestir?" Eis o que diz este rico. O seu coração sofre, a inquietação devora-o, porque aquilo que regozija os outros acabrunha o avarento. O facto de todos os seus celeiros estarem cheios não é para ele motivo de felicidade. O que atormenta dolorosamente a sua alma é esse excesso de riquezas, transbordando dos seus celeiros. [...]

Considera, homem, quem te cumulou com a sua generosidade. Reflete um pouco sobre ti mesmo: Quem és tu? O que é que te foi confiado? De quem recebeste este cargo? Porque foste tu escolhido, de preferência a muitos outros? O Deus de bondade fez de ti Seu administrador; tu és responsável pelos teus companheiros de trabalho: não penses que tudo foi preparado apenas para ti! Dispõe dos bens que possuis como se eles pertencessem aos outros. O prazer que eles te proporcionam dura pouco, em breve eles te vão escapar e desaparecer, mas ser-te-ão pedidas contas rigorosas. Ora, tu guardas tudo, tens portas e fechaduras aferrolhadas; e embora tenhas tudo muito bem fechado, a ansiedade impede-te de dormir. [...]

"O que hei-de fazer?" Havia uma resposta pronta: "Encherei as almas dos famintos; abrirei os meus celeiros e convidarei todos os que têm necessidade. [...] Farei ouvir uma palavra generosa: Vós todos que tendes fome, vinde a mim, tomai a vossa parte dos dons concedidos por Deus, cada qual segundo as suas necessidades." T

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Considerações sobre o amor




A universalidade do amor está no particular profundo do encontro entre duas almas, corpo, mente, alma e coração. A glória do amor passa do êxtase à dor, da calma ao desespero, da vida à morte, da chama à sombra. O jeito de amar dispara corações, enrubece faces, dá fogo aos olhos, ritmo nas palavras e delirantes conversas silenciosas.

O amor cria mil e-mails, pertinentes telefonemas, desperta a criança adormecida, cria exaustivas cobranças, adora defeitos e sublima virtudes. O amor condena e endeusa; gosta de deitar acordado para que o sonho venha antes de dormir. O amor brinca no céu e desce ao inferno. É uma química de energia, nó na garganta, aperto no peito, fôlego acelerado e escancarada porta dos desejos.

O amor é cantado por poetas, bardos e menestréis, seresteiros, romancistas, compositores e autores. Ele é drama e rito, cama e mito, sonhados passeios de mãos entrelaçadas. Tempestade interna e beleza simples de paisagem externa, píncaro e abismo, flor e espinho. Anima quando aparece e cresce quando se ausenta, é um comichão de saudade quando separa. Das Cantigas de Amor às Cantigas de Amigo, crime e castigo, louvor e prece, o amor e os amantes são bênçãos e marcas no chão da existência.

Adão e Eva jogaram a serpente no paraíso do amor. Orfeu e Eurídice mostraram que é preciso morrer com a amada. Tristão e Isolda conheceram a mais mortal tristeza. Heloísa e Abelardo estudaram nas noites e descobriram que o intelecto também desperta paixão intensa. Romeu e Julieta experimentam a tragédia de separar e unir famílias. Dante e Beatriz revelam o amor que é musa e inspiração, divina comédia humana. Léo e Bia, de Oswaldo Montenegro, dizem que qualquer maneira de amor varia, “como se faz com todo cuidado, a pipa que precisa voar; cuidar do amor exige mestria, e souberam amar”. Eduardo e Mônica, o amor em meio a toda Legião Urbana perguntam: “Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?”

E Francisco de Assis e Clara de Assis? Como dizer? Há o segredo e o silêncio das Fontes. Eles são a mais nítida evidência de que o Amor é Encarnado, é Pão e Cruz, prece e sintonia, mística e poesia, itinerário e sacrário, palavras e recolhimento... enfim mostraram que o Amor é Divino! T

O humilde será exaltado


A humildade é uma virtude e Nosso Senhor é o nosso máximo modelo: "aprendei de mim que sou manso e humilde de coração" (Mt 11, 29).

Baseado em Santo Tomás de Aquino, o Padre Antonio Royo Marín define a humildade como "uma virtude derivada da temperança que nos inclina a coibir o apetite desordenado da própria excelência , dando-nos o justo conhecimento de nossa pequenez e miséria, principalmente com relação a Deus" (Teología de la perfección cristiana, n. 355).

Ou seja, a humildade se opõe diretamente à soberba, pois a soberba é exatamente isto: um desejo irracional e contrário à verdade dos fatos (desordenado) de se elevar acima dos outro (excelência, do latim, excellĕre, elevar-se acima, ser superior, sobrepujar).

Por isto a soberba tem sempre um caráter delirante e a humildade nos trás de volta à realidade. Santa Teresa D’Ávila nos explica a ligação entre a humildade e a verdade.
Uma vez estava eu considerando por que razão era Nosso Senhor tão amigo desta virtude da humildade, e logo se me pôs diante - a meu parecer sem eu considerar nisso, mas de repente - isto: é porque Deus é a suma Verdade, e a humildade é andar na verdade. E é muito grande verdade não termos coisa boa de nós mesmos, senão a miséria e sermos nada; e, quem isto não entende, anda em mentira. Quem melhor o entende, mais agrada à suma Verdade, porque anda nela. Praza a Deus, irmãs, nos faça mercê de não sairmos nunca deste próprio conhecimento, amém. (Castelo interior, Moradas sextas, 10, 7).
Texto original em espanhol:
Una vez estaba yo considerando por qué razón Nuestro Señor era tan amigo de esta virtud de la humildad, y púsoseme delante, a mi parecer sin considerarlo, sino de presto, esto: que es porque Dios es suma Verdad, y la humildad es andar en verdad; que lo es muy grande no tener cosa buena de nosotros, sino la miseria y ser nada; y quien esto no entiende, anda en mentira. A quien más lo entienda, agrada más a la suma Verdad, porque anda en ella. Plegué a Dios, hermanas, nos haga merced de no salir jamás de este propio conocimiento. Amén.
Mas se desejamos praticar a humildade devemos recordar que não bastam os bons propósitos. Tão logo a alma se determina a ser humilde de coração, lhe vem a tentação da vaidade ou a indignação diante das humilhações. Três então são os meios para chegarmos a uma autêntica humildade:

1. O pedido humilde e incessante a Deus. "Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes" (Tiago 1, 17).
2. A meditação sobre a vida de Nosso Senhor como modelo incomparável de humildade (nascimento em Belém, a vida em Nazaré, o amor aos pobres, a morte na cruz e, hoje, o escondimento na Eucaristia).
3. A imitação de Nossa Senhora, a Virgem Santíssima, Rainha dos Humildes.

No Ângelus do dia 29 de agosto de 2010, o Papa Bento XVI nos ensinou a fazer uma leitura cristológica do evangelho deste domingo:
O Senhor não pretende dar uma lição sobre boas maneiras, nem sobre a hierarquia entre as diversas autoridades. Mas ele insiste sobre um ponto decisivo, que é o da humanidade: "Todo aquele que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado" (Lc 14, 11). Esta parábola, num significado mais profundo, faz pensar também na posição do homem em relação a Deus. O "último lugar" pode representar de fato a condição da humanidade degradada pelo pecado, condição da qual só a encarnação do Filho Unigênito a pode elevar. Por isto o próprio Cristo "ocupou o último lugar no mundo — a cruz — e, precisamente com esta humildade radical, nos redimiu e ajuda sem cessar" (Enc. Deus caritas est, 35). T

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Alma





 

Esta cela é um quarto intimo, que o ser humano leva consigo por toda parte. Nela adquirem-se virtudes perfeitas e reais, especialmente a humildade e a ardente caridade. No conhecimento de si, a pessoa se humilha, tomando consciência da própria imperfeição e do próprio nada. De outro lado, compreende que Deus recebeu o ser; reconhecendo que do Criador recebeu a existência, a Ele atribui o ser e tudo o que ao ser foi acrescentado. Adquire assim a caridade perfeita e verdadeira, e com ela começa amar a Deus de todo o coração e afeto, com toda a alma.


Santa Catarina de Sena

Maria

Maria Santíssima, Mãe amorosa, que nos quereis levar ao vosso divino Filho para nele nos fazer encontrar a nossa verdadeira vida, vinde em nosso auxilio, para que possamos meditar santamente em suas palavras e exemplo, glorificando o mais possível esse mesmo vosso Filho, nosso Salvador divino. Amém.


Frei João Pedreira de Castro, OFM