segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A JESUS NA CRUZ

Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó Bom Jesus, escutai-me.
Dentro de vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que me separe de vós.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me e mandai-me ir para vós, para que, com vossos santos, vos louve por todos os séculos dos séculos. Amém.

Missões Redentoristas

domingo, 27 de janeiro de 2013

20 (de muitas) RAZÕES PARA SER CATÓLICOS



1) - A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo e ela comprova a sua autoridade com a sucessão Apostólica (Mt 16,18 19).
A Igreja Católica é governada segundo a forma Bíblica:
Bispos: (Atos 20,28) (Fl 1,1) (Tt 1,8)
Presbíteros = anciãos: (Atos 15, 2-6) (Atos 15, 21) ( Atos 15, 18) (1Pedro 5, 1)
Diáconos: ( Atos 6, 1- 6)

2) - A Igreja Católica segue a advertência bíblica contra as divisões, cismas e sectarismo
(Mt 12,25;16,18; Jo 10,16;17,20-23) ( Atos 4,32; Rom 13,13) 1 Cor 1,10-13; 3,3-4;10,17,11,18-19;12,12-27;14,33....)

3) - A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hb 4, 12-13; 2Tm 3, 16-17);
da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo que garante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2, 15) (1Cor 11, 2) e do Magistério, isto é, a palavra do Papa e dos Bispos unidos a ele (Mt 16, 19) (Lc 10,16).

4) - A Igreja católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da Sã doutrina
(Mt 28,19-20 e Atos 2,42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e divisões. Ela é "coluna e sustentáculo da verdade" (1 Tim
3,15) 

5) - A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do Antigo Testamento
(46 livros), conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393) Cartago III (397), Cartago IV (419) e Trulos (692). E, quanto ao Novo Testamento, inspirada por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em Capítulos e versículos para facilitar a sua leitura.

6) - A Igreja Católica tem os sete sinais da graça de Deus, Os Sacramentos:
Batismo (Mt 28, 19)
Crisma (Atos 8,18)
Eucaristia (Mt 26, 26-29)
Reconciliação ou confissão (Jo 20,23)
Matrimônio (Mt 19, 3-9)
Unção dos enfermos: (Tg 5, 13-15)
Ordem (instituído por Jesus durante a última ceia, quando disse aos seus apóstolos na última ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19)

7) - A Igreja católica acredita que o batismo é necessário para receber a salvação (Mc 16,16), o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41).

8) - A Igreja católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo
como no passado (Atos 8, 18), isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos.

9) - A Igreja católica crê na presença real de Jesus na eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da última ceia: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós...
Este Cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22, 19.20). E ela cumpre na Santa Missa, o que manda São Paulo “Todas as vezes que
comeis deste pão e bebeis deste cálice anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11,26).

10) - A Igreja católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através do sacramento da penitência ou confissão, conforme a
vontade do seu fundador (Jo 20, 21-23).
Na Igreja Católica, os Sacerdotes receberam o poder de perdoar os pecados em nome de Deus. (Tiago 5,13-16) (Mateus 3, 4-6) (Neemias 9, 1-2)

11) - A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino
de seu fundador (Mt 19,3-9). E ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles (as) que passaram pela dura experiência da separação.

12) - A Igreja católica continua o sacerdócio instituído por Jesus Cristo na última ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1 Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias.

13) - A Igreja continua a prática da unção dos enfermos para pedir a cura para espírito, alma e corpo, conforme ensino bíblico (Mc 6,13; 1Cor 12,9; Tg 5, 14-15) e a
prática dos primeiros Cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias.

14) - A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27).

15) - A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria:
1º - Ela é a mãe de Deus (Lc 1,43)
2º - Permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao Filho de Deus (Mt 1,16.18)
3º - Em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Imaculada Conceição) (Lc 1,28)
4º - Terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção) (Ap 12,1-14)

16) - A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a
doutrina Cristã.

17) - A Igreja Católica crê na doutrina bíblica:
Do céu (1Cor 2,9; Ap 21, 3-4),
Inferno (Mc 9,43-44)
Purgatório e no valor da oração pelos mortos (2Mac 12,39-45); 1Cor 3,11-15; Tb
12,12;
1Cor (15,29; 2Tm 1,16-18).

18) - A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos Santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18, 23-31;
Ex 32, 11-14; Rom 1,9; Tg 5,16), e o testemunho de Cristãos que atribuem as graças alcançadas à intercessão dos Santos.

19) - A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio.
(Ex 23,20-23; Tb 3,25, Sl 90,11).

20) – Na Igreja Católica acontecem centenas e centenas de milagres, onde a ciência,
os comprovam como autênticos.

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ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA
PARÓQUIA SÃO JOSÉ
CATEQUESE DE CRISMA

OS CREDOS DO CRISTIANISMO


OS CREDOS DO CRISTIANISMO(CATOLICISMO)
Um Credo é uma declaração de fé que é verdadeira e que de uma forma precisa reflete os ensinamentos das Sagradas Escrituras.
Para responder à heresia do arianismo (de Ário, teólogo da Alexandria) que
defendia que Cristo não era totalmente Deus, mas que o Pai tinha criado o Filho e juntos procederam à criação do mundo, realiza-se em Nicéia, no ano 325, o primeiro concílio ecumênico reunindo mais de trezentos bispos vindos de todo o mundo cristão. Este concílio serviu para recordar a unidade fundamental de Cristo e do seu Pai - «Eu e o Pai somos um».
Mais tarde, em 381, realiza-se o primeiro concílio de Constantinopla, que viria a ser o segundo concílio ecumênico, para completar o credo de Nicéia, nascendo assim o Credo de Nícéia-Constantinopla, embora seja também conhecido por Credo de Nicéia :O CREDO NICENO - CONSTANTINOPOLITANO
Creio em um só Deus, Pai Todo Poderoso/Criador do Céu e da Terra e todas as coisas visíveis e invisíveis/ Creio em um só Senhor Jesus Cristo,/Filho Unigênito de Deus,/nascido do Pai antes de todos os séculos:Deus de Deus, Luz da Luz,/Deus verdadeiro de Deus verdadeiro;/gerado, não criado, consubstancial ao Pai./Por Ele todas as coisas foram feitas/E por nós, homens, e para nossa salvação/desceu dos Céus. E encarnou pelo Espírito Santo/no seio da Virgem
Maria,/e se fez homem./Também por nós foi crucificado sob Pôncio
Pilatos;/padeceu e foi sepultado./Ressuscitou ao terceiro dia,/conforme as
Escrituras;/e subiu aos Céus, onde está sentado/à vir em sua glória,/para julgar os vivos e os mortos; e o seu Reino não terá fim./Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida,e procede do Pai e do Filho/e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado : Ele que falou pelos Profetas./Creio na Igreja una, santa,católica e apostólica. /Professo um só Batismo/para remissão dos pecados./E espero a ressurreição dos mortos,/e vida do mundo que há de vir. /Amem.

O SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS
Existe outro credo, conhecido como Símbolo dos Apóstolos (pensava-se que este teria sido escrito pelos Apóstolos, dez dias depois da ascensão de Jesus Cristo, embora o seu primeiro registro date do ano de 215), que tem como doutrina central a Trindade e o Deus Criador. Este credo era usado como resumo da doutrina cristã pelos crentes no seu batismo.
Creio em Deus, Pai todo-poderoso,/Criador do Céu e da Terra;/e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,/que foi concebido pelo poder do Espírito Santo/nasceu da Virgem Maria;/padeceu sob Pôncio Pilatos,/foi crucificado, morto e sepultado;/desceu à mansão dos mortos;/ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos Céus ;está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,/de onde há-de vir a julgar os vivos e os mortos/Creio no Espírito Santo;/na santa Igreja católica;/ na comunhão dos Santos;/na remissão dos pecados; na ressurreição da carne;/na vida eterna./Amem.


O QUE SIGNIFICA A EXPRESSÃO “MANSÃO DOS MORTOS” OU SHEOL, CITADA NO
CREDO ?
“É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos no cárcere, àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes”.(1Pe 3,19) “para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos”.(Fl 2,10).
“Porquanto os filhos participam da mesma natureza, da mesma carne e do sangue, também ele participou, a fim de destruir pela morte aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio, e libertar aqueles que, pelo medo da morte, estavam toda a vida sujeitos a uma verdadeira escravidão”(Hb 2,14-15).
“Pois estive morto, e eis-me de novo vivo pelos séculos dos séculos; tenho as chaves da morte e da região dos mortos” (Ap 1,18).


ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA
PARÓQUIA SÃO JOSÉ
CATEQUESE DE CRISMA



INTERCESSÃO DAS MÃES SEGUNDO O POVO JUDEU



 
Muitas vezes somos acusados de forma muito injusta de que a intercessão dos santos seja doutrina oriunda do paganismo, mas lendo um texto em um site judaico, encontrei alguns textos que se referem com grande as intercessões dos que passaram "dessa vida para a outra vida", e mais uma coisa que me deixou muito feliz, é que o texto faz uma e digna referência as intercessões das mães nobres. Os textos foram retirados do site Beit Chabad, um dos sites de referencia sobre judaísmo na internet. Creio que esse texto seja bom para afirmarmos que a intercessão dos santos não vem do paganismo e sim da religião judaica, que é a origem da nossa Igreja:

Os judeus ortodoxos e a intercessão dos justos, como eles chamam:

Não há nada após a vida, porque a vida jamais termina. Apenas vai mais e mais alto.A alma é liberada do corpo e retorna para mais perto da sua fonte, como jamais anteriormente.

Se não fosse pela intercessão das almas puras lá em cima, nosso mundo não duraria nem por um momento. Cada uma de nossas vidas sofre o impacto forte da obra de nossos ancestrais no outro mundo. A vovó, portanto, continua tomando conta de você.

Por que as almas de nossos antepassados, que estão confortavelmente banhando-se na luz Divina lá em cima, deveriam se preocupar sobre o que está acontecendo com a nossa vida tão inferior e mundana aqui embaixo?

A resposta é simples. É que estando lá em cima, estas almas passaram a conhecer o que lhes foi revelado (tão fácil de ignorar enquanto estamos vivendo aqui em baixo). Na verdade, passam a entender que o mundo no qual vivemos é na realidade o centro do grande palco da vida e de todo o propósito da Criação; a razão de D'us ter criado tudo que existe.

O mundo real, onde ocorreu o início e onde ocorrerá o final, a história conclusiva, enfim, tudo será revelado aqui, quando atingirmos a época da Ressurreição dos Corpos, onde todas as almas retornarão aos seus corpos físicos neste mundo. E eles sabem disto e aguardam ansiosos.

A vida após a vida, será entendida na verdade como a continuidade da própria vida que por si só, representa o plano que D'us nos reservou... desde o principio.

"E formou, o Eterno D'us o homem, do pó da terra, e soprou em suas narinas o alento da vida; e foi o homem, alma viva." (Beresh*t 2:7)

"E retornarás ao pó da terra como era antes; e o espírito retorna a D'us que o deu." (Cohelet 12:7)

As mães judias:

Como ter filhos como Yossef, leais e sinceros? Então é preciso que tenhamos mães como Rachel, em cuja alma moravam o amor por sua gente e a aflição por sua triste sina. Este amor era tão grande que, contam os sábios, ela desistiu do privilégio de ser sepultada na Gruta de Machpelá, ao lado do marido Yaacov, preferindo ser enterrada na estrada para Efrat, pois previu que os filhos de Israel, no caminho do cativeiro, precisariam de sua intercessão junto a D'us. Estas foram mães que ensinaram seus filhos a amar e a viver pelo povo de Israel.

Ao tomarmos a decisão de seguir os passos das nobres matriarcas de Israel, D'us certamente nos abençoará com filhos e filhas com características tão especiais e singulares como Yitschac, Yossef e Shemuel, para honra e glória do povo de Israel.


Fonte: Beit Chabad

Interessante é o valor que se dão a intercessão das nobres matriarcas...que Mãe mais nobre que a Mãe de Deus?

Espero que esse texto nos ajude a defender a Sagrada Fé.
 
Paz e Fé!

http://catolico.zip.net/

sábado, 26 de janeiro de 2013

"NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO"

"Os bons efeitos da oração"



Notemos que a oração produz três espécies de bens.
Primeiramente, constitui um remédio eficaz contra todos os males. Livra-nos dos pecados cometidos: «Remistes, Senhor, a iniqüidade de meu pecado, diz o Salmista (Sl 31,5-6) por isso todo homem santo dirigirá a Vós sua prece». Assim pediu o ladrão sobre a cruz e obteve seu perdão, pois Jesus lhe respondeu: «Em verdade vos digo, hoje mesmo estareis comigo no paraíso». (Lc 23,43), Do mesmo modo rezou o publicano e voltou para casa justificado (cf. Lc 18,14).
A oração nos liberta do medo dos pecados que virão, das tribulações e da tristeza. Alguém está triste entre vós? Reze com a alma tranqüila (Tg 5,3).
A oração nos livra das perseguições dos inimigos. Está escrito no Salmo 108, 4: Em resposta ao meu afeto me fizeram mal; eu, porém, orava.
Em segundo lugar, a oração é um meio útil e eficaz para a realização de todos os nossos desejos. Tudo o que pedirdes na oração, diz Jesus, crede, recebereis. (Mc 11,24)
Se não somos atendidos, será porque — ou não pedimos com insistência: é preciso rezar sem descanso (Lc 18, 1) — ou então não pedimos o que é mais útil à nossa salvação. «O Senhor é bom, diz Santo Agostinho, muitas vezes não nos concede o que queremos, para nos dar os bens, que desejaríamos receber, se nossa vontade estivesse bem de acordo com a sua divina vontade». São Paulo é exemplo disso, pois, por três vezes, pediu para ficar livre de um forte sofrimento em sua carne e não foi atendido (cf. II Cor 12,8).
Em terceiro lugar a oração é útil, porque nos torna familiares de Deus. Que minha oração suba até vós, como a fumaça do incenso, diz o Salmista (Sl 140,2).



O PAI NOSSO E
A AVE MARIA
SERMÕES DE S. TOMÁS DE AQUINO

"As cinco qualidades requeridas para todas as orações"



1. — A Oração Dominical, entre todas, é a oração por excelência, pois possui as cinco qualidades requeridas para qualquer oração. A oração deve ser: confiante, reta, ordenada, devota e humilde.
2. — A oração deve ser confiante, como São Paulo escreve aos Hebreus (4, 16): Aproximemo-nos com confiança do trono da graça, a fim de alcançar a misericórdia e achar graça para sermos socorridos no tempo oportuno.
A oração deve ser feita com fé e sem hesitação, segundo São Tiago. (Tg 1,6): Se algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus... Mas peça-a com fé e sem hesitação.
Por diversas razões, o Pai Nosso é a mais segura e confiante das orações. A Oração Dominical é obra de nosso advogado, do mais sábio dos pedintes, do possuidor de todos os tesouros de sabedoria (cf. Cl 2, 3), daquele de quem diz São João (I, 2, 1): Temos um advogado junto ao pai: Jesus Cristo, o Justo. São Cipriano escreveu em seu Tratado da oração dominical: «Já que temos o Cristo como advogado junto ao Pai, por nossos pecados, em nossos pedidos de perdão, por nossas faltas, apresentemos em nosso favor, as palavras de nosso advogado».
A Oração Dominical parece-nos também que deve ser a mais ouvida porque aquele que, com o Pai, a escuta é o mesmo que no-la ensinou; como afirma o Salmo 90 (15): Ele clamará por mim e eu o escutarei. «É rezar uma prece amiga, familiar e piedosa dirigir-se ao Senhor com suas próprias palavras» diz São Cipriano. Nunca se deixa de tirar algum fruto desta oração que, segundo santo Agostinho, apaga os pecados veniais.
3. — Nossa oração deve, em segundo lugar, ser reta, quer dizer, devemos pedir a Deus os bens que nos sejam convenientes. «A oração, diz São João Damasceno, é o pedido a Deus dos dons que convém pedir».
Muitas vezes, a oração não é ouvida por termos implorado bens que verdadeiramente não nos convêm. «Pediste e não recebeste, porque pediste mal», diz São Tiago. (4,3).
É tão difícil saber com certeza o que devemos pedir, como saber o que devemos desejar. O Apóstolo reconhece, quando escreve aos Romanos (8, 26): Não sabemos pedir como convém, mas (acrescenta), o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis.
Mas não é o Cristo que é nosso doutor? Não foi ele que nos ensinou o que devemos pedir, quando seus discípulos disseram: Senhor, ensinai-nos a rezar? (Lc 11, 1).
Os bens que ele nos ensina a pedir, na oração, são os mais convenientes. «Se rezamos de maneira conveniente e justa, diz Santo Agostinho, quaisquer que sejam os termos que empregamos, não diremos nada mais do que o que está contido na Oração Dominical».
4. — Em terceiro lugar, a oração deve ser ordenada, como o próprio desejo que a prece interpreta.
A ordem conveniente consiste em preferirmos, em nossos desejos e preces, os bens espirituais aos bens materiais, as realidades celestes às realidades terrenas, de acordo com a recomendação do Senhor
(Mt, 6,33): Procurai primeiro o reino de Deus e sua justiça e o resto — o comer, o beber e o vestir — ser-vos-á dado por acréscimo.
Na Oração Dominical, o Senhor nos ensina a observar esta ordem: primeiro pedimos as realidades celestes e em seguida os bens terrestres.
5. — Em quarto lugar, a oração deve ser devota.
A excelência da devoção torna o sacrifício da oração agradável a Deus. Em vosso nome, Senhor, elevarei minhas mãos, diz o Salmista, e minha alma é saciada como de fino manjar.
A prolixidade da oração, no mais das vezes, enfraquece a devoção; também o Senhor nos ensina a evitar essa prolixidade supérflua: Em vossas orações não multipliqueis as palavras; como fazem os pagãos, (Mt 6,7). S. Agostinho recomenda, escrevendo a Proba: «Tirai da oração a abundância de palavras; no entanto não deixeis de suplicar, se vossa atenção continua fervorosa».
Esta é a razão pela qual o Senhor instituiu a breve oração do Pai Nosso.
6. — A devoção provém da caridade, que é o amor de Deus e do próximo. O Pai Nosso é uma manifestação destes dois amores.
Para mostrar nosso amor a Deus, o chamamos «Pai» e para mostrar nosso amor ao próximo, pedimos por todos os homens justos, dizendo: «Pai nosso», e empurrados pelo mesmo amor, acrescentamos: «perdoai as nossas dívidas»,
7. — Em quinto lugar, nossa oração deve ser humilde, segundo o que diz o Salmista (Sl 101, 18): Deus olhou para a prece dos humildes.
Uma oração humilde é uma oração que certamente será ouvida, como nos mostra o Senhor, no evangelho do Fariseu e do Publicano (Lc 18, 9-15) e Judite, rogando ao Senhor, dizia: Vós sempre tivestes por agradável a súplica dos humildes dos mansos.
Esta humildade está presente na Oração Dominical, pois a verdadeira humildade está naquele que não confia em suas próprias forças, mas tudo espera do poder divino.


O PAI NOSSO E
A AVE MARIA
SERMÕES DE S. TOMÁS DE AQUINO


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

"OS DOGMAS DA IGREJA CATÓLICA"



Dogma é uma verdade revelada por Deus, e, como tal, diretamente proposta pela Igreja à nossa fé.
A Revelação, fonte do dogma, dá a conhecer o ensinamento divino em seu próprio conceito: tal é a primazia de Pedro e de seus discípulos e, como conseqüência, a infalibilidade pontifícia. Para que uma verdade revelada seja um dogma é necessário que este proponha diretamente à nossa fé por uma definição solene da Igreja ou pelo ensinamento de seu magistério ordinário.
No Evangelho se sublinha várias vezes a natureza da fé. Está descrita como uma adesão ao ensinamento divino anunciado por Cristo ou pregada em seu nome e com sua autoridade pelos Apóstolos. No Evangelho de São Marcos encontramos:
"Depois lhes disse: 'Ide pelo mundo e pregai a boa nova a toda criação. O que crer e for batizado se salvará; o que não crer, será condenado.'" (Mc 16,15-16).
"A fé é garantia do que se espera; a prova das realidades que não se vêem.
Foi ela que valeu aos nossos ancestrais." (Hb 11,1-2).
Do século I ao IV, esta doutrina se manifesta pela insistência com a qual os Santos Padres afirmaram a obrigação de crer integramente na doutrina ensinada por Jesus Cristo aos Apóstolos. Para que o ensinamento divino contido nas Sagradas Escrituras seja um dogma são necessárias duas condições:
1. O sentido deve estar suficientemente manifestado.
2. Esta doutrina deve ser proposta pela Igreja como revelada. Quando o texto das escrituras estiver definido pela Igreja como contendo um dogma revelado, com sentido preciso e determinado, é um dever estrito para os exegetas católicos aceitá-lo.
A revelação feita por Jesus Cristo e anunciada aos Apóstolos tem seu caráter definitivo e imutável e a doutrina
de São Paulo mostra bem este caráter.
Dogmas sobre Deus
1) A Existência de Deus
2) A existência de Deus como Objeto de Fé
3) A Unicidade de Deus
4) Deus é Eterno
5) Santíssima Trindade
Dogmas sobre Jesus Cristo
1. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e filho de Deus por essência
2. Jesus possui duas naturezas que não se transformam nem se misturam
3. Cada uma das duas naturezas em Cristo possui uma própria vontade física e uma própria operação física
4. Jesus Cristo, ainda que homem, é Filho natural de Deus
5. Cristo imolou-se a si mesmo na cruz como verdadeiro e próprio sacrifício
6. Cristo nos resgatou e reconciliou com Deus por meio do sacrifício de sua morte na cruz
7. Ao terceiro dia depois de sua morte, Cristo ressuscitou glorioso dentre os mortos
8. Cristo subiu em corpo e alma aos céus e está sentado à direita de Deus Pai

Dogmas sobre a Criação do Mundo
1. Tudo o que existe foi criado por Deus a partir do Nada
2. Caráter temporal do mundo
3. Conservação do mundo

Dogmas sobre o Ser Humano
1. homem é formado por corpo material e alma espiritual
2. O pecado de Adão se propaga a todos seus descendentes por geração, não por imitação
3. O homem caído não pode redimir-se a si próprio

Dogmas Marianos
1. A Imaculada Conceição de Maria
2. Maria, Mãe de Deus
3. A Assunção de Maria

Dogmas sobre o Papa e a Igreja
1. A Igreja foi fundada pelo Deus e Homem, Jesus Cristo
2. Cristo constituiu o Apóstolo São Pedro como primeiro entre os Apóstolos e como cabeça visível de toda Igreja, conferindo-lhe imediata e pessoalmente o primado de jurisdição
3. O Papa possui o pleno e supremo poder de jurisdição sobre toda Igreja, não somente em coisas de fé e costumes, mas também na disciplina e governo da Igreja
4. O Papa é infalível sempre que se pronuncia ex catedra (sobre assuntos de fé)
5. A igreja é infalível quando faz definição em matéria de fé e costumes.

Dogmas sobre os Sacramentos
1. Batismo é verdadeiro Sacramento instituído por Jesus Cristo
2. A Confirmação é verdadeiro e próprio Sacramento
3. A Igreja recebeu de Cristo o poder de perdoar os pecados cometidos após o Batismo
4. A Confissão Sacramental dos pecados está prescrita por Direito Divino e é necessária para a salvação
5. A Eucaristia é verdadeiro Sacramento instituído por Cristo
6. Cristo está presente no sacramento do altar pela Transubstanciação de toda a
substância do pão em seu corpo e toda substância do vinho em seu sangue
7. A Unção dos enfermos é verdadeiro e próprio Sacramento instituído por Cristo
8. A Ordem é verdadeiro e próprio Sacramento instituído por Cristo
9. O matrimônio é verdadeiro e próprio Sacramento
Dogmas sobre as Últimas Coisas (Escatologia)
2. A Morte e sua origem
3. O Céu (Paraíso)
4. O Inferno
5. O Purgatório
6. O Fim do mundo e a Segunda Vinda de Cristo
7. A Ressurreição dos Mortos no Último Dia
8. O Juízo Universal


ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA
PARÓQUIA SÃO JOSÉ
CATEQUESE DE CRISMA


"AS 3 AVE-MARIAS DE SÃO BERNARDO"



Oh! Boa e terna Mãe e verdadeira mãe de misericórdia, que nestes últimos tempos vos denominastes "Mãe toda Misericórdia", eu venho suplicar-vos que useis de misericórdia para comigo. Quanto maior for a minha miséria, tanto mais deve ela aumentar vossa compaixão. Eu sei, absolutamente que não mereço a graça preciosa que vos peço, eu que vos tenho contristado tantas e tantas vezes, ofendendo o vosso Divino Filho. Mas se fui culpado, muito culpado, arrependo-me sinceramente de ter ferido o coração tão terno de Jesus e o Vosso. Além disso, não sois Vós, como revelastes a uma de suas servas, Santa Brígida, a Mãe dos pecadores arrependidos ?. Perdoa-me, pois minhas ingratidões passadas, e considerando unicamente Vossa bondade e misericórdia, assim como a glória que disso advirá a Deus e a Vós, obtende-me da misericórdia Divina a graça que imploro pela Vossa intercessão. Oh! Vós a quem ninguém jamais invocou em vão " Oh! Clemente, Oh! Piedosa, doce sempre Virgem Maria! " dignai-vos socorrer-me, eu vo-lo peço por essa misericordiosa bondade com a qual o Espírito Santo vós cumulou para o nosso bem, em honra da qual Vos digo com Santo Afonso de Ligório, o apóstolo de vossa misericórdia e autor das três Ave-Marias. Ave-Maria

Oh! Maria Virgem Poderosa, a Vós a quem nada é impossível, por esse mesmo poder com que vos agraciou a Pai Todo-Poderoso, eu suplico assisti-me nas necessidades em que me acho, já que podeis socorrer-me,não me abandoneis, Vós que sois a Advogada das causas mais desesperadas! Parece-me que a glória de Deus, Vossa Honra e o bem de minha alma estão empenhadas na concessão deste favor. Se, pois como penso esta graça é conforme a muito Santa Vontade de Deus, eu vos peço Onipotência Suplicante, intercedei por mim a Vosso Filho que nada vos pode recusar. Eu vos peço de novo, em nome do poder sem limites que o Pai Celeste vos comunicou e em união com Santa Matilde, a quem revelastes a prática das três Ave-Marias. Ave-Maria

Oh! Virgem Soberana, que sois chamada Trono da Sabedoria, pois a sabedoria incriada, o Verbo Divino, residiu em Vós. Vós a quem este adorável Filho comunicou toda a amplidão de sua ciência divina, na medida em que somente a criatura mais perfeita poderia recebê-la. Vós conheceis a grandeza da minha miséria e a necessidade que tenho da vossa assistência. Confiando em vossa excelsa sabedoria, eu me abandono inteiramente em vossas mãos, a fim de que disponhais tudo com força e doçura, para a maior glória de Deus e o maior bem de minha alma. Digna-vos, pois, vir em meu auxílio pelos meios que sabeis serem os mais próprios para atingir este fim. Oh! Maria, Mãe da Divina Sabedoria, dignai-vos, eu vos suplico, obter-me a graça preciosa que solicito, eu vo-lo peço em nome desta mesma sabedoria incomparável de que o Verbo, vosso Filho, vos iluminou e em honra do qual vos digo em união com Santo Antônio de Pádua e São Leonardo de Porto Maurício, os mais zelosos pregadores de vossas Três Ave-Marias. Ave-Maria


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

"A VIRGEM MÃE"



Penetremos, por uns momentos, num lar cristão. A família reunida está rezando.
Cadenciadamente, sucedem-se as Ave-Marias do terço, como as notas de um cântico. “Cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós...” E também, como o refrão de uma canção: “Santa Maria, Mãe de Deus...”
Enquanto esses corações tornam a invocar Maria com a exclamação maravilhada de Isabel –“a Mãe do meu Senhor!” –, quase com certeza nem imaginam que, por trás dessa doce expressão – Mãe de Deus –, estão latejando os ecos apaixonados da mais antiga manifestação de devoção a Maria de toda a história do cristianismo.
Todo o amor tem horas de paz e horas de sobressalto. Nas horas tranqüilas, flui como um rio copioso e manso. Nos momentos em que esse amor é agredido de qualquer forma, o coração “salta”, quer para defendê-lo com ardor, quer para externá-lo com paixão.
Foi isto o que sucedeu com o amor por Maria no coração dos cristãos dos primeiros séculos.
Já nos alvores do cristianismo, a figura da Mãe de Jesus era uma amável presença no dia-a-dia dos fiéis. Belo testemunho dessa presença é a imagem mural da Virgem com o Menino, em clara
referência à profecia de Isaías sobre a Virgem-Mãe (Is 8, 8; Mt 1, 22-23), desenhada por um devoto “grafiteiro” nas catacumbas de Priscilla, em Roma.
Porém, muito cedo – já a partir dos fins do século I – houve quem tentasse desvirtuar com interpretações heréticas o ensinamento transparente do Evangelho sobre a maternidade de Maria. É verdade que os primeiros ataques foram desferidos diretamente contra o Filho, e só em
conseqüência agrediam a Mãe. Mas é um fato também que a reação dos primeiros cristãos mostrou que, para eles, o amor a Maria estava indissoluvelmente unido ao amor a Jesus Cristo.
Esses ataques começaram através dos “ebionitas”, uma seita semi-cristã de raízes judaicas, que se recusava a admitir que Cristo fosse Filho de Deus, gerado pelo Espírito Santo no seio de uma Virgem. Uma velha heresia, que os racionalismos e os ceticismos de todas as épocas não deixam de desempoeirar.
Para os ebionitas, Jesus teria nascido como qualquer outro homem: fruto da união de um
homem e de uma mulher; no caso, de Maria e de José. Portanto, para eles, Cristo não seria de modo algum a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que se encarnou “por obra do Espírito Santo” (Mt 1, 18), isto é, não seria Deus verdadeiro, mas apenas um homem. Em conseqüência, Maria não seria
a Virgem Mãe de Deus.
Quase ao mesmo tempo, a literatura cristã dos séculos II e III via-se invadida por uma
multidão de escritos de seitas denominadas “gnósticas”. Procedentes de ambientes e influências sincretistas – judaísmo, filosofia neoplatônica, etc. –, esses grupos proclamavam praticamente o contrário dos anteriores: negavam a humanidade de Cristo. Nosso Senhor jamais teria sido homem verdadeiro, e por isso a afirmação de São João de que “o Verbo se fez carne” (Jo 1, 14) careceria de sentido real. Tais doutrinas ensinavam que Jesus era um ser exclusivamente espiritual de origem
divina – embora distinto de Deus –, o qual teria vindo à terra através de uma Mãe Virgem, Maria, mas com um corpo irreal, fictício, aparente, que eles denominavam “corpo psíquico”[NOTA DE REFERÊNCIA: cfr. José A. de Aldama, María en la patrística de los siglos I y II, BAC, Madrid,1960, págs. 33 ss.;].
É evidente que, ao negar-se a humanidade de Cristo, ficava automaticamente anulada a
verdadeira maternidade de Maria. Nossa Senhora não teria formado um Filho em suas entranhas – sangue do seu sangue –, mas teria sido apenas o canal de passagem de um ser espiritual. Como dizia um dos representantes dessas seitas gnósticas, Ptolomeu, Jesus ter-se-ia limitado a “passar por Maria como a água passa por um conduto”[NOTA DE REFERÊNCIA: cfr. Aldama, op. cit., pág. 47;].
A fé e o amor dos primeiros cristãos estavam atingidos em cheio. E reagiram com força. Em
face desses dois erros, os pastores e o povo fiel responderam reafirmando e vincando
vigorosamente duas verdades essenciais do mistério de Maria Santíssima: que Ela foi verdadeira Mãe de Cristo; e que não concebeu por obra de varão, mas por obra de Deus, mantendo intacta a sua virgindade.
Estamos perante as primeiras manifestações coletivas da fé e da piedade marianas.
Manifestações que já em fins do século I e no século II ficam plasmadas, esculpidas, com
admirável nitidez, nos textos das mais antigas “profissões de fé” – o Credo – das igrejas cristãs:
“Creio em Jesus Cristo, Filho de Deus, que nasceu pelo Espírito Santo da Virgem Maria”: natus est de Spiritu Sanctu ex Maria Virgine[NOTA DE REFERÊNCIA: cfr. Justo Collantes, La fe de la Iglesia Católica, BAC, Madrid, 1984, págs. 280-286;].
A fé da Igreja – de todos os fiéis – era assim fixada em formulações cristalinas.
Em primeiro lugar, Cristo é verdadeiro Homem, porque nasceu realmente de Maria, ex Maria Virgine. Maria é sua Mãe. Já o afirmara São Paulo, escrevendo aos Gálatas: Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de uma mulher (Gal 4, 4).
Em segundo lugar, Jesus Cristo é Filho de Deus: nasceu do Espírito Santo, e a sua Mãe não concebeu de varão, mas foi Virgem: de Maria Virgem. Já no começo do seu Evangelho, São Mateus declara sobriamente: Maria achou-se tendo concebido do Espírito Santo (Mt 1, 18).
Mais explicitamente ainda o ensina São Lucas, o evangelista que obteve de Maria as
confidências das coisas que Ela “guardava no seu coração” (cfr. Lc 2, 51). Quando o Anjo anuncia a Maria que “conceberá em seu seio e dará à luz um Filho”, a Virgem responde com um pedido de esclarecimentos: Como se fará isto, pois eu não conheço varão? Maria não duvida do que o Anjo lhe anuncia da parte de Deus. Mas precisa de uma explicação sobre “como se fará isso”. Estas palavras não teriam sentido algum, se a Virgem tivesse o projeto de realizar com José, com quem
“estava desposada”, a constituição de uma união matrimonial como qualquer outra. Se Maria as pronunciou, foi porque tinha oferecido a Deus a sua virgindade, e possuía a consciência de que Deus queria e aceitava esse oferecimento para sempre. Por isso, não lhe foi fácil compreender como era possível que o mesmo Deus que a queria Virgem, a quisesse também Mãe. A resposta do
Anjo dissipou todas as dúvidas: O Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso, o santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus
(cfr. Lc 1, 31-38). Desde o século I, a fé cristã entendeu que era uma verdade divinamente revelada que Maria foi virgem antes do parto, no parto e depois do parto[NOTA DE REFERÊNCIA: cfr. Aldama, op. cit., págs. 81 ss.;].
Estas são as verdades do Evangelho. Esta é a fé que os nossos irmãos dos primeiros séculos
abraçavam com toda a sua alma, tal como o haveriam de fazer todos os que fielmente os seguiriam no decorrer da história.
Houve ainda um novo capítulo nessas “reações da fé e do coração”. Esse terceiro capítulo desenvolveu-se cerca de dois séculos mais tarde.
Desta vez tratou-se de um teólogo de Antioquia, Nestório, que fora elevado à sede patriarcal de Constantinopla. Um belo dia, começou a pregar alto e bom som contra a maternidade divina de Maria. Dizia Nestório que Maria não deveria ser chamada “Mãe de Deus”, mas apenas “Mãe de Cristo”. Por quê? Porque o teólogo em questão achava necessário “dividir” Cristo, distinguindo
nele duas “personalidades” diferentes, que – segundo afirmava – só estariam justapostas uma à outra: a humana e a divina. Por outras palavras, Cristo seria uma pessoa humana, à qual se teria unido – associado – uma pessoa divina. Conclusão: somente a pessoa humana seria filho de Maria.
Com isso, além de desvirtuar o mistério de Cristo, recusava-se a proclamar que Maria é,
verdadeiramente, “a Mãe do meu Senhor”, a Mãe de Deus.
A reação dos fiéis, hierarquia e povo cristão, não se fez esperar. Brotou com o ímpeto de um incêndio, reafirmando em uníssono a verdade revelada por Deus: Cristo é a segunda Pessoa da
Santíssima Trindade que, sem deixar de ser Deus, assumiu nas entranhas virginais de Maria a natureza humana. NEle há uma só Pessoa, a divina, e duas naturezas distintas – humana e divina – unidas num só ser pessoal. Maria é, portanto, verdadeira Mãe de Deus, porque é a Mãe de uma Pessoa que é Deus. Nenhuma mãe é apenas mãe do corpo do filho – embora só tenha gerado o corpo –, mas é mãe do filho inteiro, de alguém, de uma pessoa – mãe de João, de Antônio, de
Clara... –. Da mesma maneira, Maria é a Mãe de Jesus, que é uma Pessoa, uma pessoa divina. Por isso, é verdadeira Mãe de Deus.
Esta foi a verdade reafirmada e definida, em 22 de junho de 431, pelo Concílio de Éfeso em que a heresia de Nestório foi condenada. É comovente ler a carta de São Cirilo de Alexandria, que foi a alma desse Concílio, relatando o que aconteceu na cidade de Éfeso nesse dia de verão: ao anoitecer, uma autêntica multidão atirou-se às ruas, depois que os bispos reunidos acabaram de
proclamar a verdade da fé e de condenar o hereje. Inflamado de entusiasmo, o povo acompanhou os Padres conciliares até os seus domicílios, com tochas acesas e cânticos, aclamando em grandes vozes: Theotókos, Theotókos!, o que quer dizer: Mãe de Deus, Mãe de Deus![NOTA DE REFERÊNCIA: São Cirilo de Alexandria, Epistolae, XXIV; in Migne, Patrologia Graeca, 77, 138;].
O amor a Maria arrebatou os corações dos fiéis, esfuziantes de ternura. Os ecos daquela
noite memorável em Éfeso não se extinguiram nem se extinguirão jamais. Hoje, como ontem, como sempre, brotará das fibras mais íntimas da alma dos cristãos a alegria de dizer, saboreando-a, essa verdade de fé: “Santa Maria, Mãe de Deus...”



FRANCISCO FAUS
MARIA, A MÃE DE JESUS

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O QUE ELES DISSERAM SOBRA A SANTA MISSA!



A santa Missa é o sacrifício do corpo e do sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecido em nossos altares, em memória do sacrifício da Cruz. O Santo sacrifício da Missa é oferecido:

   1. Para adorar e glorificar a Deus;
   2. Para agradecer a Deus os benefícios recebidos;
   3. Para obter de Deus o perdão dos pecados
   4. Para pedir a Deus graças e favores

Para tanto há testemunhos de verdadeiros católicos que deram muito valor a Santa Missa:

"Na hora da morte, as Missas, às quais tiveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa é alcançar para ti o perdão dos teus pecados.
Toda Missa implora o teu perdão junto da justiça divina.
Em cada Santa Missa, pois podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados - pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor. Será ratificada no céu a benção, que do sacerdote receberes na Santa Missa.
Assistindo a Santa Missa com devoção, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de Jesus Cristo.
Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões.
Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.
Diminui o império de satanás sobre ti mesmo.
Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível.
Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte, pois pela Missa participas da Paixão, morte e Ressurreição de Cristo."
(Santo Agostinho)

"Cada Missa à que assistires, alcançar-te-á no céu maior grau de glória.
Será abençoado em teus negócios pessoais e obterás as graças que te são necessárias.
Nosso Senhor Jesus Cristo nos concede tudo o que Lhe pedimos na Santa Missa; e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-Lhe e que, entretanto, nos é necessário."
(São Jerônimo)

"Todas as Missas tem um valor infinito, pois são celebradas pelo próprio Jesus Cristo com uma devoção e amor acima do entendimento dos anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz, que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo, para a Salvação da humanidade".
(São Matildes)

"Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa".
(São Lourenço)

"O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece a Deus sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens.Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor.A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o Dom soberano do Seu amor."
(São Tomaz de Aquino)

"Agradecemos, pois, ao Divino Salvador por ter-nos deixado este meio infalível de atrair sobre nós ondas da Divina Misericórdia.
A Santa Missa é uma embaixada à Santíssima Trindade de inestimável valor; é o próprio Filho de Deus que a oferece.
Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrificio da Missa que zêlo não teriamos em assistir a ela!"
(São João Maria Vianney, o Cura Dars)

"A Santa Missa é o presente mais precioso e mais agradável que podemos oferecer à Santíssima Trindade; vale mais que o céu e a terra; vale o próprio Deus".
(Ven. Martinho de Cochem)


"Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Missa e deslumbrado Por essa clemência tão caridosa e tão misericordiosa de Nosso Senhor, a ponto de considerar grave falta, para quem podendo assistir uma missa, não o faz". 
(São Francisco de Assis)

"Fica sabendo, ó cristão, que mais se merece em ouvir devotamente uma só Missa do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra.
Toda Santa Missa diminui teu purgatório."
(São Bernardo)

"A Santa Missa é a obra na qual Deus coloca sob os nossos olhos todo o amor que Ele nos tem; é de certo modo, a síntese de todos os benefícios que Ele nos faz."
(São Boaventura)

"A Missa é o sol da Igreja."
(São Francisco de Sales)

"Após a consagração, eu tenho visto esses milhares de Anjos formando a corte real de Jesus, em volta do tabernáculo, eu os tenho visto com meus próprios olhos."
(São João Crisóstomo)

Sta. Matilde derrama em fervor sua alma de fogo: “Ó bom Deus, eu queria, que a cada momento, e sem cessar, milhares de coros de anjos te louvassem e adorassem...
Queria ter tantos corações quantas estrelas há no céu, quantos folhas há nas árvores, quantas gotas d’água há nos mares do mundo, a fim de amar-te sem cessar...”
Apareceu-lhe Jesus dizendo: “Toda essa honra podes preparar-me, e mais ainda do que desejas”.
Um momento de “suspense”. “Como?” E com olhos ardentes aguarda a resposta.
Jesus responde: “É só assistir à Santa Missa.” E de braços abertos sobre o altar, Jesus faz correr seu sangue de todas as chagas: “Eis as chagas que reconciliam a justiça do Pai. Todas as graças que a alma perdeu por descuido ou relaxamento, poderá recuperá-las plenamente, aproximando-se do Sto. Sacrifício do Altar, que contém a plenitude das graças”.

Eis um breve relato de algumas visões do padre Reus, com relação à maravilhosa realidade sobrenatural da Santa Missa. Falecido em odor de santidade, teve este sacerdote, a graça de ver o que acontece de sobrenatural durante a Santa Missa, a qual, por razão, costumava chamar de "A FESTA NO CÉU".
Eis, pois, o que lhe dera dado ver: "Nossa Senhora convida todo o Paraíso para participar da Santa Missa; e todos os anjos e santos A seguem em maravilhoso cortejo até o altar.
Os Santos formam um semi-círculo ao redor do sacerdote celebrante e o acompanham até o altar.
Lá chegando, estes se colocam atrás dos santos. Outra multidão de anjos cerca a igreja e cobre os fiéis, impedindo a aproximação dos demônios durante a Santa Missa, em honra à majestade de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A virgem Santíssima está sempre junto do celebrante, do lado do altar onde é servida a água e o vinho, e onde são lavadas as mãos do sacerdorte.
É a própria Mãe de Jesus quem serve o celebrante e lava suas mãos. Entre Nossa Senhora e o celebrante, é convidado o santo do dia.
Todas as almas do Purgatório também são convidadas pela Virgem Maria e permanecem durante toda a Santa Missa aos pés do altar, entre o celebrante e os fiéis.
Conta o Padre Réus que ele via as almas do Purgatório e verdadeira festa quando grande esperança de libertação.
Padre Réus via uma chuva caindo sobre o Purgatório durante toda a Santa Missa.
No momento sublime da consagração, quando estas almas vêem Nosso Senhor Jesus Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sentem um desejo incontrolável de sair daqueles chamas e se atirarem em Seus braços, mas não conseguem, por não estarem ainda purificadas.
Após a Consagração, acontece a libertação do Purgatório, das almas que já atingiram a purificação. Nossa Senhora estende a mão a cada uma delas e diz: "Minha filha, pode subir ".
No momento da oração da PAZ, os anjos saúdam as almas libertadas do Purgatório, abraçando-as. É um momento de imensa alegria e beleza.
Em seguida, estas almas, resplandecendo com a beleza indescritível, adornadas como noivas, como anjos, são intoduzidas triunfalmente no Paraíso, por uma multidão de anjos, ao som de música e cantos celestias.

FONTE: Filhos Espirituais de Pe. Pio

ALGUMAS FRASES SOBRE NOSSA SENHORA

"Deus reuniu todas as águas e chamou de 'mar'. Reuniu todas as graças e as chamou de 'Maria'! (São Luiz Maria Grignon de Montfort)

"São Bernardo diz que converteu mais almas por meio da Ave-Maria, do que através de todos os seus sermões" (São João Maria Vianney)


"Agradecemos a Nossa Senhora, pois foi ela quem nos trouxe Jesus. (São Pio de Pietrelcina)


"Jamais de ouviu dizer no mundo que alguém tenha recorrido com confiança a esta Mãe Celeste, sem que não tenha sido prontamente atendido" (Dom Bosco)


"Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisto conhecêssemos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós" (São Boaventura)


"A maior alegria que podemos dar a Maria Santíssima é a de levarmos Jesus Eucarístico no nosso peito" (Santo Hilário)


"Sabemos muito bem que a Virgem Santíssima é a Rainha do Céu e da Terra, mas ela é mais Mãe que Rainha" (Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face)


"As orações de Maria junto à Majestade Divina têm mais poder do que as preces e a intercessão de todos os Anjos e Santos do Céu e da Terra" (Santo Agostinho)


FONTE: Filhos Espirituais de Pe. Pio

ECCLESA DE EUCHARISTIA



1. A Igreja vive da eucaristia. Esta verdade não exprime apenas uma experiência diária da fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da igreja. É com alegria que ela experimenta, de diversas maneiras, a realização incessante desta promessa: “Eu estarei sempre convosco, até o fim do mundo.” (Mt 28,20); mas, na sagrada eucaristia, pela conversão do pão e do vinho no corpo e sangue do Senhor, goza desta presença com uma intensidade sem par. Desde o pentecostes, quando a Igreja do povo da nova aliança, iniciou a sua peregrinação para a pátria celeste, este sacramento divino foi ritmando os seus dias,
enchendo-os de consoladora esperança. O Concílio Vaticano II justamente afirmou que o sacrifício eucarístico é “fonte e centro de toda a vida cristã.” 5. Mysterium fidei!- “ O mistério da fé.” Quando o sacerdote pronuncia ou canta estas palavras, os presentes aclamam: “ Anunciamos Senhor a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição . Vinde Senhor Jesus!.” A igreja vive de Jesus eucarístico, por Ele é “mistério da luz” A Eucaristia salvífica de Jesus na comunidade dos fieis e seu alimento espiritual, é o que de mais precioso pode ter a Igreja no seu caminho ao longo da historia. A par destas luzes, não
faltam sombras, culto de adoração eucarística . “ O Senhor Jesus, na noite em que foi entregue.” (1 Cor 11,23), instituiu o sacrifício eucarístico do seu corpo e sangue. As palavras do apóstolo Paulo recordam-nos as circunstancias dramáticas em que nasceu a Eucaristia. Esta tem indelevelmente inscrito nela o evento da paixão e morte do Senhor.
Não é só sua evocação, mas a presença sacramental. É o sacrifício da cruz que se perpetua através dos séculos . “ Não hás de ver- exorta S. Cirilo de Jerusalém- o pão e o vinho (consagrados) simplesmente como elementos naturais, assegura, ainda que os sentidos possam sugerir-te outra coisa.” Pela comunhão eucarística, a igreja é consolidada igualmente na sua unidade de corpo de Cristo. A Paulo quando diz aos corintios: “ O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? Uma vez que há um só pão, nós embora sendo muitos, formamos um só corpo porque participamos do mesmo pão. “ O culto prestado à Eucaristia fora da missa é de valor inestimável na vida da igreja, e está ligado intimamente com a celebração do sacrifício eucarístico. Tal como a mulher da unção
de Betânia, a igreja não temeu desperdiçar, investindo o melhor dos seus recursos para exprimir o seu enlevo e adoração diante do dom incomensurável da eucaristia. À semelhança dos primeiros discípulos encarregados de preparar a grande sala, ela sentiu-se impelida, ao longo dos séculos e no alternar-se das culturas , a celebrar a Eucaristia num ambiente digno de tão grande mistério. Para alem da sua participação do banquete eucarístico, pode-se delinear a relação de Maria com a Eucaristia indiretamente a partir de sua atitude interior. Maria é mulher eucarística na totalidade de sua vida. A igreja, vendo em Maria o seu modelo, é chamada a imitá-la também na relação com este mistério
santíssimo. Existe pois, uma profunda analogia entre o Fiat pronunciado por Maria , em resposta às palavras do anjo, e o Amem que cada fiel pronuncia quando recebe o corpo do Senhor. A Maria foi-lhe pedido para acreditar que Aquele que Ela concebia por obra do Espírito Santo, era o filho de Deus ( Lc 1, 30-35). Dando continuidade à fé da Virgem Santa, no mistério eucarístico nos é pedido para crer que aquele mesmo Jesus filho de Deus, e Filho de Maria , se torna presente nos sinais do pão e do vinho com todo o seu ser humano-divino. Deixai, meus queridos irmãos e irmãs, que dê com intima emoção, em
companhia e para conforto da vossa fé, o meu testemunho de fé na eucaristia: “ Ave, verum corpus natum de Maria vergine / vere passum, immolatum, in cruce pro homine!” Eis aqui o tesouro da Igreja, o coração do mundo, o penhor da meta pela qual, mesmo inconscientemente suspira todo o homem. Mistério grande, que nos excede – é certo e põe a dura prova a capacidade da nossa mente em avançar para além das aparências. Aqui os nossos sentidos falham- “ Visus, tactus, gustus in te falltur”. Diz no hino Adoro te devote -; mas basta-nos simplesmente a fé, radicada na palavra de Cristo que nos foi deixada pelos
Apóstolos. Como Pedro no fim do discurso eucarístico, segundo o Evangelho de João, deixai que eu repita a Cristo, em nome da igreja inteira, em nome de cada um de vós: “Senhor, para quem havemos nós de ir? Tu tens palavra de vida eterna.” (Jo 6,68)


ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA
PARÓQUIA SÃO JOSÉ
CATEQUESE DE CRISMA

domingo, 20 de janeiro de 2013



Oração a Nossa Senhora da Divina Providência

Ó Nossa Senhora, Mãe da Divina Providência,
a quem amamos tão ternamente,
dignai-vos continuar a dar-nos
as provas de vossa proteção materna.
Socorrei-nos em todas as nossas necessidades,
e, em particular, concedei a este vosso devoto
que na sua aflição a vós recorre,
a graça de… (pedir a graça)
Consolai-nos em todas as nossas penas e,
depois de nos terdes ajudado durante esta vida,
assisti-nos na hora de nossa morte.
Amém!
Nossa Senhora, Mãe da Divina Providência,
rogai por nós!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

"SOU VOSSA"


Sou vossa;
Para vós eu nasci,
Que quereis de mim?
Soberana Majestade,
Eterna Sabedoria,
Bondade que vos expandis em minha alma.
Deus, soberania, Ser único,
Misericórdia, vede como é vil o ser
Que hoje proclama vosso amor nestes termos:
Que quereis de mim, Senhor?
Sou vossa,
Porque me criastes;
Vossa, porque me resgatastes;
Vossa, porque me suportastes;
Vossa, porque me chamastes;
Vossa, porque me esperastes;
Vossa porque não me perdi.
Que quereis fazer de mim? (...)

(Poesia III, traduzida do Reverendissimo Pe. Gregório de São José, o.c.d., Paris, 1949.)

"ORAÇÃO DA RESTITUIÇÃO"



Senhor Jesus, o único Santo,
abra nosso coração à plenitude de teu Amor,
coloca-nos no caminho das Bem-Aventuranças,
dá-nos a graça de restituirmos ao mundo uma
Pessoa Humana Melhor!
Senhor Jesus, bom Mestre,
ensina-nos o caminho a seguir neste novo tempo;
encha nosso coração de agradecimento
por todo o bem que tem feito em
nossa família, em nossas atividades e em nós mesmos,
ensina-nos a fazer festa, encantados por teu amor e por tuas maravilhas.
Senhor Jesus, verdadeiro amigo,
dá-nos olhos penetrantes, para esquadrinhar a noite,
dá-nos sabedoria que nasce de tua amizade, para saber discernir o que vem de ti,
dá-nos valentia para testemunhar diante da humanidade,
a beleza de seguir os valores do Evangelho.
Senhor Jesus, nosso Irmão,
vem em socorro da nossa fragilidade, para que não nos desanimemos nos momentos difíceis,
dá-nos a simplicidade da pomba, para ir entre os povos, e a astúcia da serpente para não sermos subornados pelo mundo
consumista e materialista.
Olha-nos com amor, também quando Te esquecemos.
Altíssimo, Onipotente e Bom Senhor,
Te damos graças porque nos pensou,criou e chamouà inspiração franciscana para iluminar as nossas práticas;
te bendizemos porque mantém vivo em nós o propósito de dar um acabamento melhor ao mundo, seguindo os exemplos de Francisco de Assis.
Te louvamos porque, como Francisco,
nos tem dado a graça de te descobrir como verdadeiro tesouro de nossa 
vida. A Ti o louvor, a bênção e toda a honra.
Amém.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

"ORAÇÃO DA RESTITUIÇÃO"



Senhor Jesus, o único Santo,
abra nosso coração à plenitude de teu Amor,
coloca-nos no caminho das Bem-Aventuranças,
dá-nos a graça de restituirmos ao mundo uma
Pessoa Humana Melhor!
Senhor Jesus, bom Mestre,
ensina-nos o caminho a seguir neste novo tempo;
encha nosso coração de agradecimento
por todo o bem que tem feito em
nossa família, em nossas atividades e em nós mesmos,
ensina-nos a fazer festa, encantados por teu amor e por tuas maravilhas.
Senhor Jesus, verdadeiro amigo,
dá-nos olhos penetrantes, para esquadrinhar a noite,
dá-nos sabedoria que nasce de tua amizade, para saber discernir o que vem de ti,
dá-nos valentia para testemunhar diante da humanidade,
a beleza de seguir os valores do Evangelho.
Senhor Jesus, nosso Irmão,
vem em socorro da nossa fragilidade, para que não nos desanimemos nos momentos difíceis,
dá-nos a simplicidade da pomba, para ir entre os povos, e a astúcia da serpente para não sermos subornados pelo mundo
consumista e materialista.
Olha-nos com amor, também quando Te esquecemos.
Altíssimo, Onipotente e Bom Senhor,
Te damos graças porque nos pensou,criou e chamouà inspiração franciscana para iluminar as nossas práticas;
te bendizemos porque mantém vivo em nós o propósito de dar um acabamento melhor ao mundo, seguindo os exemplos de Francisco de Assis.
Te louvamos porque, como Francisco,
nos tem dado a graça de te descobrir como verdadeiro tesouro de nossa 
vida. A Ti o louvor, a bênção e toda a honra.
Amém